sábado, 26 de setembro de 2009

Hoje tem Rock na Garagem no Metallica Pub!


E a banda Tapete Voador leva, mais uma vez, sua mistura de Hard Rock, Heavy Metal e Blues ao palco do Metallica Pub! É a décima oitava edição do Rock na Garagem que conta também com o Rapcore da banda Soda Cáustica, direto de Tanguá (RJ) e o Hardcore da Comuna, de Rio Bonito (RJ)! Após os shows, tem Bota Som: Especial BRock 80 com Rafael A.

Serviço:

Rock na Garagem – 18ª edição

Shows:
Tapete Voador (Niterói)
Soda Cáustica (Tanguá)
Comuna (Rio Bonito)

Após os shows:
Bota Som (c/ Rafael A.): Especial BRock 80


26/09/09 (16h – entrada franca)*

Local: Metallica Pub
End.: Rua José do Patrocínio, 42, Porto Novo, São Gonçalo/RJ**
Tel/infos.: (21) 9111-6829 (c/ Ninja)

* primeira banda tocando pontualmente as 17:30H!
** ônibus 562BR (saindo do Terminal de Niterói) ou 20 e 42 (saindo de Alcântara)

Resenha: Coletânea Rumores



Rumores
(Coletânea / Sebo do Disco)
Essa coletânea é o que podemos chamar de ‘fundamental’! Rumores foi lançada no ano de 1985, ainda em vinil! O responsável por essa pérola é o, já extinto, selo Sebo do Disco, de Brasília. E por falar na Capital Federal, vale salientar que, na década de oitenta, junto com São Paulo, era ela o grande celeiro de bandas pós-punk/góticas em solo brazuca! E são elas que dão o tom dessa clássica compilação: Considerada por muitos como a mais importante banda pós-punk nacional de todos os tempos, a Scola de Escândalos (esse é o jeito certo de escrever) que aparece aqui com a versão original de ‘Luzes’, gravada pela Plebe Rude mais de uma década depois! Também rola a igualmente clássica Detrito Federal, com seu primeiro vocalista em ‘Fim de Semana’ e ‘Desempregado’! Toda a compilação é destaque, até porque ótimas bandas como Elite Sofisticada e Finis Africae tem aqui um dos raros registros fonográficos de sua história. Aliás, se alguém tiver o vinil de Rumores e aceitar propostas, é só entrar em contato com este fanzineiro e colecionador que vos escreve, ok?

Rafael A.

Resenha: Dead Fish


Dead Fish
Contra Todos (cd / Deckdisk)
Ratificando sua condição de melhor banda de hardcore melódico do cenário nacional - posto que ocupa há alguns bons anos sem ser incomodada - a banda capixaba Dead Fish lança seu mais novo trabalho! Intitulado ‘Contra Todos’, o álbum desfaz a impressão estranha que alguns tiveram com seu antecessor ‘Um Homem Só’. O disco é uma paulada do início ao fim. Hardcore com peso, tramas de guitarra beirando a perfeição e um letrista no melhor de sua forma. Isso mesmo! Sr.Rodrigo mostra, com esse novo cd, que está num de seus melhores momentos como letrista. ‘Armadilhas Verbais’ é um dos destaques do álbum e passa essa mesma impressão: direta, agressiva e sem meias palavras! A faixa título também é outro bom exemplo! Mais uma bola dentro de uma banda que, mesmo com as mudanças de formação, continua, como já foi dito aqui, no topo do hardcore melódico nacional... sem ser incomodada por ninguém, nem de longe!

Rafael A.

Resenha: Pitty


Pitty
Chiaroscuro (cd / Deckdisc)
E a baiana Pitty lançou, finalmente, seu tão aguardado terceiro álbum de estúdio. Depois do estrondoso sucesso de ‘Anacrônico’, de figurar em praticamente todas a premiações dedicadas ao mercado fonográfico brazuca e se tornar referência para nove entre dez adolescentes fãs de música pop e MTV a ex Inkoma aparece com mais um belo trabalho! É provável que ‘Chiaroscuro’ não tenha tantos hit singles quanto os outros álbuns da cantora. Mas é fato que o disco traz uma Pìtty amadurecida musicalmente, consciente do posto que conquistou no Rock nacional e ainda corajosa na hora de investir em sonoridades mais puxadas para o alternativo em alguns sons! Desde, o citado, ‘Anacrônico’, notam se as influências de gente do naipe de The Mars Volta e afins no trabalho da cantora. Elas ainda estão! E isso é ótimo! Destaques? ‘Desconstruindo Amélia’ não entra na minha lista de favoritas, mas é um bom exemplo da fase em que Pitty e seus companheiros se encontram. Se vai virar mega hit ou não, é uma outra história... Bom trabalho, de novo!

Rafael A.

Resenha: Unliver

Unliver
Unexpected Sonic Violence... Pround to be Unconventional (cd / independente)
Uma das poucas bandas de metal das antigas a sobreviver no cenário independente de nossa cidade! A Unliver tem no currículo shows de abertura para grandes nomes do metal nacional e gringo e um trabalho de respeito! Esse ‘Unexpected Sonic Violence...’ mostra um nível de amadurecimento musical digno de aplausos. Apesar de ser classificada por alguns como Death Melódico, a Unliver extrapola rótulos e apresenta uma gama de influências que vão do Thrash ao Death Metal. Ótimos solos, batera certeira e climas de teclado aparecendo nos sons na medida e hora certa! Destaques para ‘Cowntdown 2012’, ‘Another Chance’ (com participação de um belíssimo vocal feminino) e ‘Lost Heroes’! Belo trabalho dos caras da Unliver. Ponto pra Metal de Niterói que, apesar de tudo, ainda respira!

Rafael A.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Tuca Marques na final do Festival Niterói Discos!




Tuca Marques na final do Festival Niterói Discos!

Com mais de vinte anos de carreira musical, passagem por diversas bandas e um trabalho solo premiado em diversas ocasiões, o cantor e compositor Tuca Marques está na final do Festival Niterói Discos! A música Selva de Pedras foi uma das escolhidas na categoria Rock, para a final do festival. Juntamente com os outros onze finalistas, Tuca Marques e sua banda se apresentam na próxima quinta-feira no Espaço Antônio Callado, no Centro de Niterói. Desse show sairão os seis vencedores que assinaram contrato com a gravadora niteroiense! O Espaço Antônio Callado fica no Centro Cultural Abrigo de Bondes, na Rua Marquês de Paraná, n°100, Centro de Niterói e a final do Festival Niterói Discos acontece na próxima quinta, dia 24/09, as 18h.


Latitude Zero Prod.

Entrevista: Coäccion (México)




Entrevista: Coäccion (México)

Essa entrevista foi publicada, originalmente no Fotolog do Feira Moderna Zine. Agora, disponibilizamos ela aqui pra galera que não teve a oportunidade de conferir. Essas caras formam uma das bandas de hardcore mais bacanas que este que vos escreve já conferiu ao vivo. E passaram por aqui no começo do ano. Foram dois shows em terras cariocas (o Rio foi a primeira cidade brasileira a receber a turnê). Este que vos escreve conferiu o show da Áudio Rebel (em Botafogo) e não se arrependeu. Quem acompanhou a turnê garante: Foram dois shows arrasadores em solo carioca. Esbanjaram competência, energia e mostraram um hardcore da melhor qualidade! Nesse papo, o começo da banda, discografia, projetos paralelos, México, Brasil e outras idéias que trocamos com o batera/vocal Manue, líder da Cöaccion. Aí vai:


FMZ_ONLINE: A Coäccion surgiu após o fim de uma outra banda, certo? Falem um pouco do início da banda e desse processo de transição de um projeto para o outro:

CÖACCION: Sim. A Discórdia era uma banda de crust/grind, e na época foi muito ativa tanto em shows como em organizar eventos para bandas em turnê que queriam se apresentar em Tijuana (México). Depois de 4 ou 5 anos terminou e aí decidimos, Rodrigo e Manuel, seguir com outra banda e assim começou a Coäccion com um som um pouco mais pesado e focado no crust/d-beat e assim está até agora, evoluindo constantemente até agora.


FMZ_ONLINE: Apesar de a banda se apresentar como um projeto de d-beat/crust nota-se que há influências de outras vertentes do hardcore no som de vocês, o que acaba dando um belo resultado já que o som da banda demonstra uma energia incrível. Quais foram as influências principais na hora de construir a sonoridade da Coäccion?

CÖACCION: Sim, temos evoluído de um d-beat ‘cru’ para algo mais estruturado, ao menos isso é o que acreditamos (risos). Nossas influências desde o princípio tem sido as mesmas bandas, como Kontrovers, Skitsystem, Wolfpack, Meanwhile, Mg15, Discharge, Neurosis, Hiatus, só para citar algumas.


FMZ_ONLINE: O que há de material lançado pela banda? Há algo lançado no Brasil ou mesmo alguma previsão para isso?

CÖACCION: Bom, até agora temos 4 CD’s lançados e 2 EP’s em vinil, algumas coletâneas em fita k-7, CD e vinil. Em mais ou menos uma semana sairá um vinil chamado Revolver, na turnê brasileira foi lançada uma edição especial com algumas canções de cada material disponível para que as pessoas escutem um pouco de cada material da Coäccion.


FMZ_ONLINE: Os integrantes da Coäccion tem outros projetos além da banda. Gostaria que vocês falassem sobre suas outras bandas:

CÖACCION: Sim, Manuel toca em uma outra banda chamada Amenaza, que é uma mistura de hardcore, d-beat e um pouco de metal. Marco é vocalista de uma banda de death metal chamada Man Destroy Himself.


FMZ_ONLINE: Assim como o Brasil, o México também tem problemas de ordem econômica e social. Eu queria saber de que forma, na opinião de vocês, a música e a cena underground podem interferir e colaborar para provocar mudanças em países como os nossos.

CÖACCION: Agora a crise aqui é a falta de segurança, as pessoas vivem com medo, tudo é controlado pelo narcotráfico no México. Nossa cidade é uma das mais afetadas por toda esta falta de estrutura social, creio que essa seria a solução a tudo isto em ambos os países.



FMZ_ONLINE: Falem um pouco do underground mexicano. Chega pouca coisa de seu país pra nós aqui. Como são as coisas por lá?

CÖACCION: A cena mexicana é boa só que não é muito difundida no mundo, pois é México é um país pobre e a difusão custa. Há muitas bandas e muita gente dentro da cena underground, é só questão de colocar mais ênfase no país e se darem conta do quão grandioso é o México.


FMZ_ONLINE: Foi a primeira vez de vocês no Brasil. Como foi a passagem de vocês por nosso país? Esperamos que voltem algum dia.

CÖACCION: Muitas aventuras no Brasil (risos). As expectativas se cumpriram (risos). A amizade foi o mais grandioso da turnê e conhecer lugares que em nossas mentes não existiam... Foi tudo muito especial. Tudo foi excelente, pessoas, bandas, muitas novas amizades. Obrigado por tudo!!!


FMZ_ONLINE: Chegamos ao final, o espaço é de vocês:

CÖACCION: Muito obrigado pelo apoio e pela entrevista. Foi um prazer visitar o Brasil, foi excelente.

Aqui está o contato caso queiram manter a amizade com a gente: www.myspace.com/coaccion

Saudações de Tijuana (México)!!!


Manuel




Por: Rafael A.
Tradução: Deise Santos





Agradecimentos: Deise Santos (Revoluta Produções) e Alexandre ‘Bolinho’ (Kopos Sujus).

Entrevista: Hanney




Entrevista: Hanney

Sangue novo, caras novas e, o mais legal, sons novos! Tudo isso é sempre muito bem vindo no meio underground. Independente do estilo ou direcionamento do trabalho, novas bandas surgem a todo instante. E isso é bom, oxigena o cenário, aponta novos horizontes e diversifica! Agora com vocês, mais uma dessas ‘caras novas’ surgidas no cenário independente de Niterói nos últimos tempos. Com vocês, a garotada da banda Hanney:


FMZ_ONLINE/Rock+: Apresentem a Hanney pra galera que não conhece. Como a galera se conheceu, como surgiu a idéia de ter uma banda, enfim:

Hanney: Bom, tudo começou quando Rafael (Fusca) tava procurando pessoas para montar uma banda, ai a gente se conheceu através do meu irmão e fomos procurando pessoas pra formar essa nova banda que veio a se chamar de Hanney.


FMZ_ONLINE/Rock+: A Hanney passou por mudanças de formação desde a primeira vez que vi vocês. Qual foi o motivo das trocas de integrantes e como isso interferiu na sonoridade da banda?

Hanney: É verdade, e ainda estamos em constante mudança, até porque entrou mais um, que é o tecladista. O motivo das nossas mudanças de integrantes é irresponsabilidade e falta de dedicação, e isso foi unânime. O som mudou também em relação às musicas ‘O Trauma’ e ‘Enquanto’ pois com a entrada de Alex na guitarra e suas influencias, ganharam mais peso.


FMZ_ONLINE/Rock+: E quanto aos sons que o pessoal da banda ouve? Quais bandas vocês tem curtido mais ultimamente e de que forma elas influenciam no trabalho da banda?

Hanney: Bom, o pessoal escuta Paramore, Evanescence, Linkin Park, Sick Puppies, Pitty, Lipstick, Red, entre outras milhares de bandas, cantores e etc...e ultimamente, as bandas que estão influenciando pesado nas musicas são Evanescence e Paramore, podem até perceber nos próximos shows que fizermos por ai...


FMZ_ONLINE/Rock+: Vocês gravaram recentemente, certo? Como foi a recepção do público da banda com relação aos sons que vocês disponibilizaram?

Hanney: Sim, gravamos 3 musicas sendo que uma delas (‘Flores’ e ‘Pólvoras’) ainda não está pronta mas, mesmo assim, a galera foi bem receptiva, elogiaram e gostaram bastante. Apesar da banda não ter gostado da qualidade da gravação.


FMZ_ONLINE/Rock+: Pelo que entendi o material que vocês gravaram foi lançado somente no plano virtual. Porque a decisão de lançar apenas na internet?

Hanney: Porque só gravamos 2 musicas e não vale a pena pra gente lançar uma single com apenas 2 músicas. Estamos querendo, no ínício do ano que vem, gravar mais música para, ai sim, lançarmos um cd.


FMZ_ONLINE/Rock+: Essa é velha, mas se faz necessária: A Hanney é uma banda nova, e boa parte da galera que toca também é bem jovem. Eu queria saber como vocês vêem o cenário underground daqui de nossa região atualmente, da maneira como está?

Hanney: Bom, acho que a galera que tá começando deveria se dedicar mais àquilo que está fazendo e acredita que vai dar certo, não apenas gostar do que faz, mas ser apaixonado pela banda, meter a cara e seguir em frente pois o meio musical não é fácil, e tem que correr muito atrás para conseguir alguma coisa.


FMZ_ONLINE/Rock+: Ok pessoal, chegamos ao final. Valeu pela atenção e fiquem à vontade, o espaço é de vocês:

Hanney: Valeu galera pelo espaço e a Hanney está ai, nova formação, novas músicas que todos poderão conferir nos shows! Abraços!


Por: Rafael A.

Rock na Garagem - 18ª edição aocntece neste sábado!




Rock na Garagem - 18ª edição aocntece neste sábado!

E a banda Tapete Voador leva, mais uma vez, sua mistura de Hard Rock, Heavy Metal e Blues ao palco do Metallica Pub! É a décima oitava edição do Rock na Garagem que conta também com o Rapcore da banda Soda Cáustica, direto de Tanguá (RJ) e o Hardcore da Comuna, de Rio Bonito (RJ)! Após os shows, tem Bota Som: Especial BRock 80 com Rafael A.

Serviço:

Rock na Garagem – 18ª edição

Shows:
Tapete Voador (Niterói)
Soda Cáustica (Tanguá)
Comuna (Rio Bonito)

Após os shows:
Bota Som (c/ Rafael A.): Especial BRock 80


26/09/09 (16h – entrada franca)*

Local: Metallica Pub
End.: Rua José do Patrocínio, 42, Porto Novo, São Gonçalo/RJ**
Tel/infos.: (21) 9111-6829 (c/ Ninja)

* primeira banda tocando pontualmente as 17:30H!
** ônibus 562BR (saindo do Terminal de Niterói) ou 20 e 42 (saindo de Alcântara)

Entrevita: Xande McLeite




Entrevita: Xande McLeite

A galera que circula pelos shows underground de, pelo menos, quinze anos pra cá provavelmente já ouviu falar da clássica banda Destino Ignorado. Agora, o que muita gente ainda não sabe é que seu vocalista, Xande McLeite, está com uma carreira solo recém iniciada! O ponte pé inicial foi dado faz bem pouco tempo, no Bar do Blues com um senhor show do cara acompanhado por sua nova banda, a RockFriends! Pra saber mais sobre esse novo projeto de Xande McLeite, confira a idéia que trocamos com o cara. Aí vai!

FMZ_ONLINE/Rock+: Você está entrando em uma nova fase de sua carreira. Como surgiu esse projeto solo?

Xande McLeite: Pode-se dizer que realmente é uma nova fase mesmo, pois eu estou imprimindo neste novo trabalho as minhas influências, composições, arranjos, e etc... Sem querer me basear em trabalhos feitos anteriormente. E posso dizer isso sem querer desqualificar ou desmerecer os grandes músicos que fazem ou fizeram parte do Destino Ignorado. Esse projeto surgiu em 2006, revirando o meu baú achei algumas letras interessantes e resolvi criar arranjos novos. E o resultado foi muito positivo, saíram excelentes músicas que farão parte do meu CD de estréia.


FMZ_ONLINE/Rock+: Apresente então a galera que está tocando contigo nessa nova banda!

Xande McLeite: Atualmente estou sendo acompanhado pela RockFriends, que tem a seguinte formação: Abraão Leite no baixo, Marcos Magrito na guitarra, e Paulinho Lombardi na batera. Ah! Já ia esquecendo, eu além de cantar também estou fazendo uma guitarra base em algumas músicas.


FMZ_ONLINE/Rock+: A galera te conhece como vocalista da Destino Ignorado. Rolam muitas diferenças entre o som desse novo projeto e o de sua antiga banda?

Xande McLeite: Eu acho que o som do Destino segue várias vertentes, mas a essência de tudo é Rock. No meu trabalho estou tentando não plagiar ninguém, nem outros cantores, e nem a mim mesmo no Destino Ignorado (risos). Porém, o Rock and Roll sempre será a base de qualquer trabalho que eu venha a me envolver, e é um dos pilares do meu single de estréia. Isto tudo, sem contar na boa dose de peso que existe misturado a tudo isso.


FMZ_ONLINE/Rock+: Vocês fizeram uma participação no evento Panela do Raul, em São Gonçalo, certo? Como foi essa estréia, por assim dizer?

Xande McLeite: Foi a primeira vez que me apresentei ao vivo com esse novo trabalho, e fiquei muito impressionado com a reação do público, as pessoas curtiram de montão, inclusive pedindo como bis a música `No Tempo dos Dinossauros`. Na verdade foi uma noite maravilhosa, e quero deixar aqui o meu agradecimento a Panela do Raul por ter me proporcionado tal oportunidade.


FMZ_ONLINE/Rock+: E com relação a se dividir entre duas bandas. Como você vê isso? Chega a rolar algum tipo de problema?

Xande McLeite: Não rola nenhum problema, pois somos organizados e procuramos marcar os nossos compromissos com bastante antecedência.


FMZ_ONLINE/Rock+: Existem planos para lançar esse material solo que você está tocando algum dia?

Xande McLeite: Sim com certeza, estou terminando de gravar o primeiro meu CD single e acho que vai dar para terminar até o final do ano. Farão parte deste álbum 5 músicas inéditas que já estamos tocando nos shows. Quem quiser ter uma prévia desse trabalho é só entrar no meu site e dar uma olhada.


FMZ_ONLINE/Rock+: E quando vamos ter shows de Xande McLeite rolando por aí?

Xande McLeite: Estarei me apresentando na Discografia do Rock, evento que será realizado no Bar do Blues dia 19/09 (N.E.:já rolou, óbvio, e foi bem bacana), onde tocarei as músicas do meu trabalho e algumas pedradas para compor a Discografia do Rock!


FMZ_ONLINE/Rock+: Cara, é isso. Valeu pela atenção, boa sorte nesse novo projeto e nos vemos por aí, ok?

Xande McLeite: Eu é que agradeço a oportunidade. Abraços!



Site: www.xandemcleite.palcomp3.com.br

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Tuca Marques na final do Festival Niterói Discos!





Com mais de vinte anos de carreira musical, passagem por diversas bandas e um trabalho solo premiado em diversas ocasiões, o cantor e compositor Tuca Marques está na final do Festival Niterói Discos! A música Selva de Pedras foi uma das escolhidas na categoria Rock, para a final do festival. Juntamente com os outros onze finalistas, Tuca Marques e sua banda se apresentam na próxima quinta-feira no Espaço Antônio Callado, no Centro de Niterói. Desse show sairão os seis vencedores que assinarão contrato com a gravadora niteroiense! O Espaço Antônio Callado fica no Centro Cultural Abrigo de Bondes, na Rua Marquês de Paraná, n°100, Centro de Niterói e a final do Festival Niterói Discos acontece na próxima quinta, dia 24/09, às 18h.


Latitude Zero Prod.

Entrevista: Soda Cáustica




Vocês conferem agora a idéia que trocamos com ?Alan Coqueiro, homem de frente da banda Soda Cáustica. Os caras são de Tanguá, no RJ. E lá, metem a mão na massa e organizam o Tanguá Rock, evento que vem crescendo e ocupando seu espaço. Paralelamente a Soda Cáustica também caminha em direção a um futuro promissor. Após lançar uma primeira, e boa, demo a banda se prepara para lançar seu segundo ep com uma penca de projetos em vista. Melhor deixar o Alan contar tudo pra vocês, certo? Então, aí vai o papo com Alan Coqueiro:


FMZ_ONLINE/Rock+: Pra começar, apresente a Soda Cáustica pra galera que não conhece. Quem toca na banda, como tudo começou, enfim!

Alan Coqueiro: Primeiro, gostaria de agradecer o espaço... Então, a Soda Cáustica é uma banda que toca um som repleto de influências, que vão do hardcore, passam pelo punk Rock e respira no "grunge", no entanto não negamos a influência de R.A.T.M, grupos de rap, etc. A banda começou suas atividades em 2002, com Alan Coqueiro no vocal e guitarra , Léo Coqueiro no baixo e Fábio Gordo na bateria com essa formação inicial, tocamos com o Cólera, 8mm e outras bandas do cenário carioca, em 2004 demos uma parada para estudar (não ficar dependente da música) ter alternativas de sobrevivência, em 2008 voltamos com Alan Coqueiro ainda nos vocais e guitarra, Léo Coqueiro na Bateria e Mr. Douglas Holliday no baixo... com essa formação lançamos nosso primeiro EP com o título homônimo a banda em 2009 tivemos algumas mudanças e no final voltamos com a formação que começamos em 2008, preparados para o trampo em 2010 com o lançamento previsto do nosso 2º EP pra janeiro... que inicialmente sai independente, mas já temos alguns contatos para sair por uma selo... isso até abril se não me engano. Essa é a Soda Cáustica (rsrs).


FMZ_ONLINE/Rock+: Vocês tem uma demo lançada. Em tempos de internet, mp3 e tudo o mais, como foi a resposta da galera com relação ao lançamento? Vocês sentem que ainda vale a pena lançar demos ao invés de ficar só no plano virtual?

Alan Coqueiro: Bem, temos um EP lançado no final de 2008... que pelas dificuldades que tivemos com patrocínio, divulgação foi bem recebido pelo público sim... temos uma marca até o momento de 600 cds distribuídos.. cds físico e virtuais somados... tivemos uma música na coletânea da produtora Warm que também teve uma boa crítica, o site da Vrock também teceu uma boa crítica sobre o nosso 1º EP, e o mais legal o público canta algumas músicas conosco nos eventos como a música "Começo a desaparecer" e " Dinheiro". Sobre se vale a pena lançar as demos é válido lançar os cds físicos porque há pessoas que gostam de ter os cds pegar os cds e virtuais também pela facilidade de deslocamento do trabalho, tanto que o nosso EP foi parar em Goiania.


FMZ_ONLINE/Rock+: Na demo de vocês ficam claras as influências de bandas como Body Count, Suicidal Tendencies, Planet Hemp, enfim, o que se convencionou chamar de rapcore na década de noventa. Vocês acreditam que ainda existe espaço para esse tipo de som nos dias de hoje?

Alan Coqueiro: É engraçado essa questão de estilos de Rock, digo isso por que muitas pessoas nos apontam como grunge, como acontece em Rio Bonito, no Garage tocamos em matinêns Punk, em Itaboraí dizem que somos hardcore. No entanto não nego a influencia do rapcore e de bandas tipo Planet Hemp, Body Count, que é foda, tanto também por que toquei em uma banda de rapcore de Itaboraí a banda Shame in You, que com certeza influenciou em alguma coisa na Soda Cáustica. No mais acredito que haja espaço para bandas e músicas autenticas que possam estar dando diversidade ao produtor de eventos e a galera.


FMZ_ONLINE/Rock+: E que outros sons a galera da Soda Cáustica anda ouvindo?

Alan Coqueiro: Ultimamente muita coisa do undergound nacional como um todo. Eu ando ouvindo muito coletâneas de hardcore.. como a da Zona Punk, uma compilações brazuacas que sairam na França que só tem banda 100%, Devotos também estamos sempre ouvindo. Já o Léo ultimamente tenho percebido que ele está ouvindo muito NOFX, Pennywise, No Fun At All, lances mais rápidos com batidas rápidas. O Douglas tem um mês que só escuta R.A.T.M direto (rsrsrs).


FMZ_ONLINE/Rock+: Essa eu estou fazendo pra todo mundo, e como vocês também são envolvidos com produção de shows acho que faz até mais sentido ainda: O que vocês estão achando do circuito de shows de nossa região atualmente? Espaços para tocar, eventos com milhares de bandas, cotas de ingressos, enfim, o que vocês estão achando de tudo isso?

Alan Coqueiro: O negócio é que o cenário é muito fragmentado, apesar de estar bastante aquecido por eventos, tanto da Warm, Latitude Zero, Rock +, Tanguá Rock, Murb em rio bonito, Araribóia, Rock na Praia (N.E.: Alan se refere ao Projeto Praia do Rock, do camarada Fábio Heavy) em Maricá, e ainda tem região dos lagos também, poderia haver mais uma circulação de algumas bandas durante o ano, um lance mais fixo, tipo agenda pra bandas tocar em todos esses locais durante o ano todo, mas para isso os organizadores deveriam uma reunião pra traçar essas metas etc, acho que assim as bandas teriam mais animo pra tramparem melhores equipamentos, som visual etc. No caso das cotas entendemos que existem custos a serem pagos... som, espaço etc, mas cota de ingresso e cobrar pra tocar, poderiam dar os ingressos mas sem o compromisso da banda vender. Ajuda se vendeu, se não conseguir não conseguiu e o pior que isso só existe por que algumas bandas ainda se submetem a isso, principalmente as que estão começando agora... querem espaço e acreditam que é dessa forma, uma pena.


FMZ_ONLINE/Rock+: E por falar em eventos, como andam as coisas no Tanguá Rock Fest?

Alan Coqueiro: Então, esse foi um projeto iniciado em fevereiro, desse ano e que tinha o objetivo único de colocar Tanguá no roteiro das bandas locais e do público. E isso foi alcançado com muitas dificuldades, mas foi. Em 2010 os planos são mais ambiciosos trazer algumas bandas de outros Estados, algumas bandas com certa representatividade no cenário e fazer com que as bandas que tenham pouco espaço possam estar em contato com essa atmosfera e perceber o profissionalismo que tais bandas tem, podendo assim aprender um pouco e até se guiar como tais. Em 2010 estamos fechando alguns patrocínios que serão essenciais pra vinda dessas bandas.


FMZ_ONLINE/Rock+: Quais os planos da Soda Cáustica para o futuro? Uma segunda demo, um full, viagens, enfim?

Alan Coqueiro: Bem, como já mencionei estamos na expectativa do 2º EP pra janeiro, as gravações começam em novembro, pra abril temos também temos essa possibilidade de fecharmos com um selo, o que seria fundamental para uma maior visibilidade... para tantos estamos marcando seções de fotos, estamos fechando um clip também, temos uma proposta para montagem do nosso equipamento de som, materiais de divulgação e o melhor patrocínios. Vejo 2010 com bons olhos e apreensivo pelos acontecimentos, na verdade toda a banda está apreensiva e até meio com medo (rsrsr). Vamos ver se rola né.


FMZ_ONLINE/Rock+: Galera, valeu pela entrevista. O espaço é de vocês para agradecimentos, recados, ou coisa que o valha! Nos vemos no Rock na Garagem no final do mês, ok?

Alan Coqueiro: Putz, a gente é que agradece o espaço, essas iniciativas são fundamentais para o animo das bandas e fazem com que façamos sempre por onde estar respondendo sobre a banda. Agradeço as pessoas que vão estar tendo a disponibilidade de ler essas conversa e pra quem quiser dar uma conferida no nosso som ai vai o link para o download do EP - http://www.mandamais.com.br/download/?codigo=gyyn2712009215812

E no final do mês podem aguardar um alto e bom som! Obrigado!


Por: Rafael A.

Charles Xavier: Um Banquinho e Um Violão




Sair em carreira solo parece coisa de Rock Star? Pode até ser, ou não. Membros de bandas dos mais variados estilos anunciam carreiras solos desde sempre. E algumas são bem sucedidas. Todos os Beatles, sem exceção, montaram trabalhos paralelos. Jimy Page e Robert Plant tiveram seu ‘encontro musical’ fora do Led Zeppelin no que podemos considerar uma carreira solo. Bruce Dickinson, do Iron Maidem. Billy Corgan e James Iha, do Smashing Pumpkins idem. O primeiro com o projeto Zwan e o outro usando seu próprio nome mesmo. O fato é que em muitos momentos um compositor sente a necessidade de expandir seus horizontes. Nem tudo que se compõe cabe no repertório de uma única banda. Sem contar o relacionamento musical em uma banda, que nem sempre é o mais tranquilo. Longe do mainstream, muita gente boa também investe em suas carreiras ‘solitárias’. Ainda mais hoje em dia, com todas as facilidades oferecidas pela internet. E é na grande rede que vem circulando o primeiro trabalho solo de Charles Xavier, líder e vocalista da banda gonçalense Incrível Mart. Esse trabalho, aliás, já vem sendo fecundado faz tempo. E só agora vê a luz do dia.

Essa história começou faz muito tempo. Nos idos de 1999, a frente de sua banda Agnata (hoje Incrível Mart) o vocalista e compositor Itcharlim começava a descobrir na composição uma atividade das mais agradáveis. As músicas saiam (e saem até hoje) com uma facilidade espantosa e em número absurdo! O que não é de impressionar tanto vindo de alguém que se interessou por música na década de noventa, convivendo com músicas de gente do naipe de The Smashing Pumpkins, Radiohead, The Cramberries e outros tantos da época. No início o jeito era registrar tudo em fitas k7’s, amontoadas em caixas de sapato e esperando pra serem ‘descobertas’ em algum momento. E esse momento chegou. A essa altura sua banda, Agnata, já se chamava Incrível Mart e contava com dois álbuns lançados, ensaiando o repertório para o terceiro trabalho. E tome música nova! Quer ver? Com a palavra, o próprio: “Na verdade, num primeiro momento eu só iria gravar algumas músicas que tinha em fitas que eu gravei a partir de 1999 quando entrei pra Incrível Mart. Algumas eu experimentei com a banda. Umas ficaram, outras não. Essas que sobraram eu resolvi gravar agora. Em alguns casos, com algumas mudanças de arranjos e letra. Agora sim, já comecei a compor pensando nesse projeto acústico.” Não havia como dar vazão a tantas composições apenas com sua banda, era hora de tomar a tal decisão há tempos adiada e, por vezes, recusada: Sair em carreira solo. “Eu pretendia apenas gravar algumas músicas antigas e, se fosse possível financeiramente, fazer algumas cópias pra distribuir entre amigos. Uma gravação acústica e caseira com o intuito de registrar em CD essas canções para que eu e outras pessoas pudéssemos ouvi-las e só. Sem maiores pretensões.”

Não foi o que aconteceu. Essas primeiras gravações em formato acústico deram origem ao primeiro ep virtual do, agora, Charles Xavier. Depois dos Fogos, o ep, ganhou uma forma de se disponibilizado pouco comum, mas que funcionou: Primeiro a seis faixas iniciais do ep, uma espécie de ‘lado A’. “Essas seis ficarão lá até fevereiro (de 2008), quando tirarei todas do ar e começarei a colocar as que formariam o ‘Lado B’, uma por mês até chegar a seis de novo, e por aí vai...”, explica o próprio. De fato, Depois dos Fogos trás consigo uma atmosfera tão intima, tão pessoal que necessita ser digerido aos poucos. Os temas envolvendo situações do cotidiano, família, filhos e trabalho criam um clima introspectivo e envolvente. Meio folk, Bob Dylan, enfim (não confundir com baboseiras tipo Malu Magalhães). Na verdade, o leque de influências de Charles vai além. Tem sim, clássicos como o citado Dylan, mas também tem coisas novas como Demien Rice, Keane, John Mayer, Rian Adams e Rufus Wainwright. E música brasileira como Moska e Lenine. A música que abre o ep, que também é a faixa-título, traz exatamente esse clima: Falando de filhos e família ao longo dos seus mais de sete minutos só de voz e violão: “Depois dos fogos, o que se diz? Depois dos fogos serei feliz... Se é menino ou menina o meu filho vai nascer. Nada será como antes quando isso acontecer. ..Eu sei que o mundo lá fora dá vontade de esquecer...”

Com relação a dificuldades para se manter dois trabalhos paralelos, já que a Incrível Mart continua na ativa, o vocalista não vê problemas: “No fim eu acho que acaba tudo, meio que, na mesma. Um dia posso vir a tocar alguma música de meu projeto solo com a banda se acharmos interessante. E posso tocar músicas da banda só no ‘voz e violão’. Afinal, boa parte delas eu fiz assim mesmo.” De volta ao Depois dos Fogos: O primeiro trabalho solo de Charles Xavier atingiu muito mais gente que o mesmo imaginava. Charles não abre mão de fazer uso de recursos como a internet. Ainda assim, a repercussão que seu trabalho solo vem conseguindo tem o deixado surpreso: A princípio mandei pra amigos, achei que ninguém mais se interessaria. Acabou sendo justamente o contrário! De que forma há uns anos atrás eu gravaria um CD e poderia fazer com que alguém em MG ou RS, ou mesmo em qualquer lugar do Brasil e do mundo ouvisse? Seria uma grana na distribuição. O que tornaria inviável pra uma produção independente. Agora você não só pode fazer com que qualquer pessoa, em qualquer lugar tenha acesso a sua música, como pode saber imediatamente a opinião dela. E nesse sentido estou mais do que satisfeito com o retorno que meu trabalho vem tendo.” E é por aí mesmo. Sua página no myspace, fazem alguns meses, ultrapassou as seis mil visitas. Ok, não é um recorde absoluto nos dias de hoje, mas se levarmos em conta que, como vimos, a coisa começou de uma forma completamente descompromissada... E ainda existe a possibilidade de Depois dos Fogos ganhar versão em CD (via Latitude Zero Prod.) no começo de 2010. É, dá pra sacar que bem mais gente que só os amigos curtiram o vocalista da Incrível Mart no esquema ‘um banquinho e um violão’.

Rafael A.


Contatos:
www.myspace.com/charlesxavier

Rock na Garagem: A 18ª edição rola neste sábado!




E a banda Tapete Voador leva, mais uma vez, sua mistura de Hard Rock, Heavy Metal e Blues ao palco do Metallica Pub! É a décima oitava edição do Rock na Garagem que conta também com o Rapcore da banda Soda Cáustica, direto de Tanguá (RJ) e o Hardcore da Comuna, de Rio Bonito (RJ)! Após os shows, tem Bota Som: Especial BRock 80 com Rafael A.

Serviço:

Rock na Garagem – 18ª edição

Shows:
Tapete Voador (Niterói)
Soda Cáustica (Tanguá)
Comuna (Rio Bonito)

Após os shows:
Bota Som (c/ Rafael A.): Especial BRock 80


26/09/09 (16h – entrada franca)*

Local: Metallica Pub
End.: Rua José do Patrocínio, 42, Porto Novo, São Gonçalo/RJ**
Tel/infos.: (21) 9111-6829 (c/ Ninja)

* primeira banda tocando pontualmente as 17:30H!
** ônibus 562BR (saindo do Terminal de Niterói) ou 20 e 42 (saindo de Alcântara)

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Entrevista: Samset (Tremebé/SP)




De vez em quando a gente dá de cara com bandas e pessoas legais. E esses caras são um bom exemplo disso. Banda bacana de Tremembé (SP) os camaradas da banda Samset vieram ao RJ pela primeira vez para a décima sétima edição de nosso Rock na Garagem e mostraram que não só são uma boa banda de hardcore, mas também são pessoas bem legais. Nçao foi a toa que fizeram um dos shows mais bacanas do Rock na Garagem até aqui. Sendo assim, não tinha como não trocar uma idéia com eles e colocar aqui pra galera conhecer mais sobre a banda. Com vocês Marcelo, guitarra e vocal da Samset! Se liga aí:


FMZ_ONLINE/Rock+: Vocês tocaram na última edição do Rock na Garagem. E aí? O que acharam do Rio, da galera daqui, enfim?

Marcelo: Sim!! Cara foi muito louco mesmo!!! A começar pela nossa viagem de carro sem conhecer nada (rs...)! Sinceramente depois que tocamos aí até desanimou tocar em nossa região aqui (Vale do Paraíba), pois fomos tão tem recepcionados que ficamos rindo a toa! Foi um dos shows mais legais desse ano com certeza!


FMZ_ONLINE/Rock+: Aproveitando, apresentem a Samset pro pessoal que ainda não conhece! Integrantes, como começou, quanto tempo tem, enfim!

Marcelo: Samset é: Douglas (Vocal), Tadeu (Bateria), Marcelo (Guitarra e Voz), Rafael (Guitarra) e o mais novo integrante Tiago (Baixo). Eu comecei com a banda em 2003 junto com um antigo baixista que sempre sonhamos em ter uma banda , quase a mesma história de todo mundo (rs...)! Passamos por várias formações até chegar no que estamos hoje que pra mim é a formação mais forte e estruturada de todas!


FMZ_ONLINE/Rock+: Falem um pouco das influências da banda. Tanto as musicais quanto de onde vem a inspiração para as letras, do que falam...

Marcelo: Então, nossa banda vem de influências do Hardcore Californiano dos anos 90 que também é conhecido como Hardcore Melódico. Várias bandas nos influenciaram como Pennywise, NOFX, No Fun at All, Millencolin, Ignite, MxPx, Face to Face, muitas outras, sem contar as nacionais como Dead Fish e Street Bulldogs. As letras nossas sempre são palavras de incentivo, pra quem ouvir o som, querer melhorar sua vida e não esperar as coisas caírem do céu.


FMZ_ONLINE/Rock+: Vocês comentaram que estavam em estúdio gravando ou se preparando para isso. A quantas anda a gravação e quando vamos poder ouvir o material de vocês?

Marcelo: Isso! Já terminamos as gravações, agora estamos terminando a mixagem e masterização. Acredito que no começo de Outubro faremos o lançamento.


FMZ_ONLINE/Rock+: A banda é de Tremembé. Mesmo não ficando tão longe assim de São Paulo, capital, vocês sentem que apesar de estarmos em uma época onde tudo se resolve basicamente no ‘plano virtual’ teriam mais oportunidades se estivessem em um grande centro como a capital paulista?

Marcelo: Com certeza! A região do Vale do Paraíba é muito complicada... Infelizmente... além de não ter muita visibilidade assim, as bandas aqui são muito rivais umas das outras... poucas bandas se ajudam.... temos lugares legais pra tocar como o Hocus Pocus em São José dos Campos e na Cervejaria do Óbvio em Pindamonhangaba... mas mesmo assim não é fácil...



FMZ_ONLINE/Rock+: E por falar na cidade de vocês, como é o cenário independente daí da região? Lembro que vocês comentaram que por aí também existe a questão das cotas de ingressos, enfim. Como andam as coisas aí em Tremembé?

Marcelo: Então, como eu disse nossa região é bem complicada, mais acredito muito que isso possa mudar! Só depende da união das bandas. Com relação as cotas, são pra abrir shows de bandas consideradas "grandes" assim na nossa cena... é complicado demais isso... pois não é fácil vender 30 ingressos a 10, 15 reais e ainda ter que pagar van para se deslocar até São Paulo... sem contar que na minha opinião é uma grande exploração isso.... mas, infelizmente temos que passar por isso as vezes... Tremembé nunca teve uma cena assim.... sempre teve bandas de Rock muito boas, mais como é uma cidade muito pequena, dificilmente existe espaço aqui pra elas...


FMZ_ONLINE/Rock+: Com relação ao cenário Hardcore: Você acredita que o fato de bandas como Dead Fish, Mukeka di Rato e outras terem conseguido espaço em veículos de massa como a MTV (que apesar da internet e tudo o mais, ainda é relevante) no começo dos anos 2000 contribuiu para o meio ou não?

Marcelo: Eu acho que contribui sim! Pois na época que o CPM22 assinou, acredito que todas as grandes gravadoras voltaram seus olhares para a cena independente do Brasil...que por sinal é IMENSA! Daí logo em seguida bandas como Dead Fish, Hateen , entre outras , conseguiram seu espaço na midia e consequentemente começaram a tocar em grandes festivais pelo Brasil e pelo mundo.


FMZ_ONLINE/Rock+: E quais os planos para o futuro da Samset?

Marcelo: Estamos terminando nosso 3° Cd e logo em seguida estamos com planos para fazer nosso primeiro videoclipe. Já é um projeto certo assim...conseguimos algumas parcerias que vão nos ajudar com custos. Em seguida queremos alcançar as grandes capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, tentar uma tour no Sul do país.


FMZ_ONLINE/Rock+: Terminamos pessoal, valeu pelo papo. O espaço é de vocês e esperamos ver a banda no RJ de novo em breve, ok?

Marcelo: O Rio de Janeiro já está guardado em nossas mentes pra sempre! Esperamos voltar ainda este ano se possível! Gostaria de agradecer a todos os cariocas pela receptividade e respeito com a gente! De verdade! Quem quiser conhecer mais sobre a banda é só procurar por Samset nas comunidades do Orkut, temos nosso MySpace que por sinal já está sendo melhorado! Nossos videos no Youtube! E nosso Fotolog também! Muito obrigado ao Rafael e Latitude Zero Produções pela oportunidade!!

Por: Rafael A.

Links e contatos Samset:
Contatos/Msn: contato_samset@hotmail.com
Comunidade Orkut:http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=2523083
Purevolume: http://www.purevolume.com/samset
Videos Youtube: http://br.youtube.com/samsethc
Myspace: http://www.myspace.com/samsethc

FMZ_ONLINE e Rock+ entrevistam!

Galera! Estamos começando uma nova etapa na parceria entre Feira Moderna Zine/Latitude Zero Pord. e Rock+ Produções! A partir daqui colocaremos no ar entrevistas que serão publicadas simultaneamente no Blog da Rock+ e na versão on line do FMZ. Essa idéia é antiga, e já havia sido iniciada com as resenhas de shows e eventos. Agora chegou a hora de bandas e artistas independentes soltarem o verbo. Serão bandas iniciantes, consagradas, bandas de longe, gente sumida, enfim..!

No caso das bandas iniciantes, vocês irão notar que uma parte das perguntas são bastante semelhantes. Isso é proposital. Queremos mostrar as diferentes visões e os diferentes cenários independentes Brasil e mundo afora!

E, óbvio, queremos a opinião de vocês! Confiram as entrevistas, comentem, opinem, participem! Bandas, público, imprensa alternativa: Queremos saber o que cada um de vocês pensa a respeito do cenário underground, mídia independente, música, arte e todos os assuntos tratados em nossas entrevistas, ok?

Show: Amákina




Recanto do Peixe apresenta
11/09/09
Bar e Peixaria Recanto do Peixe (Tribobó, Niterói/RJ)
AMÁKINA

Rock’n Roll de qualidade, bons músicos e cerveja ‘Litrão’ por um preço camarada? Ok, ninguém pode dizer quer não tinha nada legal pra fazer nessa noite de sexta-feira em Niterói (ou seria São Gonçalo?). Geografia a parte, vamos ao som que rolou no Recanto do Peixe!

Galera da banda Amákina contando com participação especial do ótimo batera Rogério, quebrando o galho no lugar e Aldo Sá, fazendo barulho bem na hora em que este que vos escreve conseguiu chegar ao show! Legal que nessa hora os caras estavam mandando uma do Cláudio Zoli e deu pra notar, ao longo da rua onde fica o bar, que as pessoas nas casas em volta colocaram as cadeiras na calçada e curtiram o show, tipo, de camarote! Não via isso na rua desde muito tempo. Clima bacana! E o som rolando no bar: Legião Urbana, Barão Vermelho e mais uma penca de gente boa do BRock 80 deu as caras no repertório d’Amákina! Antes do segundo bloco do show, participação do batera oficial da banda! Isso aí, Sr.Aldo Sá deu as caras e mandou três sons com a banda. Ainda deu tempo de rolar Pink Floyd e mais um monte de clássicos. Rolou até bis!

E foi isso, noite bacana e público satisfeito na estréia da banda Amákina do Recanto do Peixe. E é claro que quanto mais espaços pra música estiverem abertos por aí, melhor! Ficamos no aguardo de outros shows no espaço, ok? Quando rolar a gente avisa aqui!

Rafael A.

Entrevista: Kopos Sujus




Quem aí lembra da banda La Puta Madre? Pois é, foi dessa saudosa banda carioca que, de alguma forma, surgiu nossa entrevistada. Política, futebol, Punk Rock, Ska e conversas de botequim, essa é a receita dos caras! O resultado a galera confere na próxima edição do Rock na Garagem, no Metallica Pub. Por hora, vamos ao papo com os caras:

FMZ_ONLINE: A Kopos Sujus surgiu de uma outra banda, a La Puta Madre. Como foi esse processo de transição de um projeto para o outro sendo que, nota-se, são duas bandas bem distintas?

KOPOS SUJUS: Rapaz, virou gaúcho? "A" Kopos Sujus? Hahaha... Então, na verdade o Kopos tem integrantes do LPM mas nasceu sem nenhuma ligação com a banda. O LPM acabou em 2007 e nós continuávamos bebendo juntos, saindo, indo aos shows e tal. Quando resolvi montar outra banda com outro tipo de som e tal, apenas convidei meus amigos que, coincidentemente, tocavam comigo no LPM. O Lu não tava em umas de entrar em banda, mas o Fabim e o Marcelo toparam. Começamos a levar um som totalmente descompromissadamente em estúdio, mas fluiu rápido - até porque nos conheciamos bem. Quisemos ir devagar inclusive para que nossos amigos se acostumassem que o LPM havia terminado e que o Kopos era outra banda, outra coisa, outra fase.
Tenho um imenso orgulho do que fizemos juntos no LPM, um orgulho imenso das letras, das musicas que deixamos. Mas pra mim, pelo menos, passou, foi uma fase da minha vida que ficou pra trás e deixou boas lembranças.


FMZ_ONLINE: Dá pra sacar algumas influências musicais bem bacanas no som de vocês. Quais bandas foram responsáveis pela sonoridade da kopos Sujus?

KOPOS SUJUS: Cara, nós somos da escola do punk 77. Crescemos ouvindo, além de Ramones (claro!) muito Clash, Undertones, Buzzcocks, Social Distortion. Quando o Kopos começou era bem por aí. Mas nos permitimos trazer pra dentro do som outras influências que tínhamos, como surf music instrumental e Rockabilly, de bandas como Trashmen, Ventures, Stray Cats, Reverend Horton Heat, Meteors, e sons pesados como Rocket From the Crypt. E todas essas influências foram forjando o som do Kopos Sujus.



FMZ_ONLINE: As letras de vocês falam de futebol, política, enfim, como vocês mesmos colocam, papo de boteco. Como surgem as idéias e as letras para as músicas? E no bar mesmo?

KOPOS SUJUS: As vezes sim. "O Último a Sair do Bar", por exemplo, eu escrevi um dia em que fomos literalmente "saídos" do bar que frequentamos porque estava na hora de fechar. Mas na verdade tudo é inspiração, e quando você está em uma banda mais "aberta" em termos musicais, sem tanto compromisso com estilos fechados, acho que fica mais fácil compor. Eu escrevo a maioria das letras ainda, mas uma de nossas musicas novas (troca de favores) o Marcelo e o Fabio começaram a escrever na praia, por exemplo. Fica mais fácil pras idéias fluírem quando não se tem muito compromisso - inclusive de se levar muito a sério!



FMZ_ONLINE: A banda já gravou alguns sons, certo? Algum lançamento, demo, ep ou coisa do tipo em vista?

KOPOS SUJUS: Vamos gravar mais 3 musicas em Agosto e o plano é lançar um full lenght até o final do ano. Hoje a galera pode escutar 3 musicas nossas no site e myspace além de ver várias musicas no you tube.


FMZ_ONLINE: A La Puta Madre já contava com uma galera que curtia o som e acompanhava os shows. Com a kopos Sujus já deu pra ter uma idéia da resposta de público com os shows e os sons gravados?

KOPOS SUJUS: Cara, a gente rapidamente tem conseguido agregar um publico legal. engraçado que a maioria do pessoal que tem ido e acompanhado o Kopos é gente que não conhecia ou conhecia pouco o LPM. Acho que pra eles foi mais fácil se adaptar ao som da gente - os amigos mais antigos, que conheciam o LPM ainda tem certa dificuldade de dissociar uma banda da outra às vezes.

Outra parada legal é que temos tocado pra diferentes públicos com respostas ótimas - tocamos em festivais de Crossover, de Grind e com bandas de rockabilly e sempre com uma boa resposta da galera. Acho que o fato de não termos uma "turma" muito bem definida, musicalmente, colabora - não somos estritamente punk, nem rockabilly, nem surf, nem hardcore, mas todos esses estilos compõe o Kopos Sujus.


FMZ_ONLINE: Valeu pelo papo! Fiquem à vontade e nos vemos no Rock na Garagem!

KOPOS SUJUS: Valeu o espaço como sempre Rafa, e a todo o Feira Moderna Crew! Nos vemos pelos shows - Apareçam dia 18 de Julho, sábado, tocaremos no Metallica Pub!! E acessem nosso site que lá tem absolutamente tudo sobre a banda! Valeu! http://www.kopossujus.com.br




por: Rafael A.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Vem aí a 18ª edição do Rock na Garagem!







E a banda Tapete Voador leva, mais uma vez, sua mistura de Hard Rock, Heavy Metal e Blues ao palco do Metallica Pub! É a décima oitava edição do Rock na Garagem que conta também com o Rapcore da banda Soda Cáustica, direto de Tanguá (RJ) e o Hardcore da Comuna, de Rio Bonito (RJ)! Após os shows, tem Bota Som: Especial BRock 80 com Rafael A.

Serviço:

Rock na Garagem – 18ª edição

Shows:
Tapete Voador (Niterói)
Soda Cáustica (Tanguá)
Comuna (Rio Bonito)

Após os shows:
Bota Som (c/ Rafael A.): Especial BRock 80


26/09/09 (16h – entrada franca)*

Local: Metallica Pub
End.: Rua José do Patrocínio, 42, Porto Novo, São Gonçalo/RJ**
Tel/infos.: (21) 9111-6829 (c/ Ninja)

* primeira banda tocando pontualmente as 17:30H!
** ônibus 562BR (saindo do Terminal de Niterói) ou 20 e 42 (saindo de Alcântara)

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Nesta sexta tem banda Amákina em Tribobó!

A banda Amákina, apesar do pouco tempo de estrada, já conta com uma senhora história! No currículo dos caras apresentações na Região dos Lagos, no 1° Moto Fest em São Gonçalo e espaços como Mr.Jack e Moto Clube Carrasco Indomável. Levando pra galera o melhor do BRock 80 e clássicos do Rock’n Roll de todos os tempos a banda esbanja competência com um time de primeira! No vocal e guitarra o cantor e compositor Tuca Marques comando o time que é completado pelos, também Destina Ignorado, Gerson Monteiro (baixo) e Aldo Sá (bateria)! E nesta sexta os caras atacam em Tribobó, no Bar e Peixaria Recanto do Peixe. No repertório o melhor de Cazuza, Legião Urbana, Raul Seixas, The Police, Deep Purple, Credence e Pink Floyd!

O Bar e Peixaria Recanto do Peixe fica na Av. Eugênio Borges, 277, Tribobó. Tel.: 2701-9682

Saiu o Consciente Coletivo Zine #5!

Saiu o Consciente Coletivo Zine #5!

Isso aí, o irmão mais novo do Feira Moderna Zine chegou a sua quinta edição! Sendo que a contagem é feita ao contrário, ta quase acabando.... Neste número cinco: Participação especial da, também colaboradora do FMZ, Andiara Dee Dee. Um pouquinho de música (tem que rolar, não adianta...). Sem contar os devaneios e considerações exdrúxulas a respeito da condição humana por este que vos escreve!

A quem interessar possa, pra receber sua cópia é só enviar um (01) selo de segundo porte pra nosso endereço, ok?

Aí vai: Dr.Celestino, 160/302, Niterói/RJ CEP 24 020 – 091

Latitude Zero Prod.


Em breve: Feira Moderna Zine #16

Reunião da banda Força de Atrito




07/09/09
Santa bárbara (Niterói/RJ)
FORÇA DE ATRITO E CONVIDADOS

Dia 7 de setembro e uma penca de gente com faixas 100% Jesus se encaminhando na direção da Concha Acústica de Niterói para o que, depois, descobri se tratar do evento ‘Louva Niterói’. Enfim, o cenário era mais ou menos esse enquanto esse que vos escreve rumava para Santa Bárbara, Zona Norte de nossa querida Niterói para o aniversário de Bira Marques, irmão do cantor e compositor Tuca Marques. Opa! Resenha de aniversário??? Calma aí que eu explico!

Explicando então: Os dois irmãos citados aí em cima tinham uma banda nos idos dos anos noventa. Era nada mais, nada menos que a Força de Atrito. Com uma penca de shows no currículo e participações em coletâneas clássicas como Hard’ n Heavy e Rock Soldiers essa banda deixou sua marca na história do Rock de Niterói. E aproveitando o aniversário do batera Bira Marques, o mesmo e seu irmão Tuca decidiram armar uma espécie de reunião da banda! Para o baixo, foi recrutado, o também Destino Ignorado, Gerson. E completando a formação, o aniversariante na batera e Tuca no vocal e guitarra. No repertório da apresentação clássicos do BRock como Pros Que Estão em Casa (Hojerizah), Carta aos Missionários (Uns e Outros), Declare Guerra (Barão Vermelho), Coração de Metal (Sangue da Cidade) e Até Quando Esperar (Plebe Rude) que contou com participação do vocalista Xande McLeite, também da Destino Ignorado! Rolou até Horizonte Negro, música da banda que, até onde se sabe nunca foi lançada! Do tipo: Quem viu, viu.

Final de feriadão melhor impossível, né? Tarde ensolarada, clima família, cerveja, churrasco e a oportunidade de conferir uma banda da qual, ao menos eu, só havia ouvido um ou outro som e histórias. Mais um a pra coleção, como diria meu camarada Bolinho, da Kopos Sujus. Já virou história.

Rafael A.

A Grande Roubada




A Grande Roubada
06/09/09
Theatro Odisséia (Lapa, Rio de Janeiro/RJ)
VELHAS VIRGENS – CRAZY TONY TRIO – DE LA ROCK

Tratava-se da mesma festa que, em sua última edição trouxe de volta do Rio de Janeiro os paulistas da Zumbis do Espaço. A julgar pelo que vi na ocasião, a noite na Lapa prometia! E lá fomos nós, Feira Moderna Zine e galera da Rock+ Produções, conferir A Grande Roubada, no Theatro Odisséia. Aliás, onde esse que vos escreve não pisava desde o show dos gringos da No Use for a Name. Mas vamos ao que interessa, certo?

‘Filão arrumado’ pra entrar e, lá dentro, um público considerável que só cresceria no decorrer da madrugada. DVD do RDP rolando no andar de cima, mulher bonita pra tudo quanto era lado, cerveja cara (e bota cara nisso...) e eis que a primeira banda sobe ao palco para dar início aos trabalhos! A Crazy Tony Trio deu as boas vindas a galera (que não parava de chegar). Os caras apresentaram um Psychobilly que agradou a boa parte do público. Até porque a maior parte dos presentes era, visivelmente, fã do estilo. Um pouco depois foi a vez da carioca, contando com um ‘ex Opallas’ em sua formação, De La Rock mostrar um bom show de Rock’n Roll. Peso, pressão, enfim, mandaram bem. Ponto pros caras!

Assim como na última edição, antes do show principal rolou um streap tease que chamou quase tanta atenção quanto chamaria a banda principal (com méritos, diga-se de passagem). E. finalmente, chega a hora tão esperada: Velhas Virgens (foto) no palco! Depois de, mais de, quatro anos sem pisar em solo carioca os caras fizeram o povo se amontoar na frente do palco pra conferir seu show! Não faltaram os sucessos, que foram cantados do início ao fim pela galera. Nem as participações femininas, sempre muito aguardadas. É bem verdade que, ao que parece, rolaram mudanças na formação e que o início do show soou meio esquisito pra quem conhecia dos caras de tempos atrás. Em todo caso, os mais novos parecem ter curtido. Enfim, valeu por ter podido conferir a banda depois de tanto tempo.

Mais uma edição da Grande Roubada. Se pararmos pra pensar, a festa promovida pela Patifaria Produções vem cumprindo o que seria o papel de produtores de shows ao trazer de volta ao RJ nomes importantes do cenário independente. Até porque, trata-se de uma festa. Uma festa bem bacana, diga-se de passagem. Ok, tudo no Odisséia é muito caro, o que complica um pouco as coisas. De qualquer forma, ponto pra galera d’A Grande Roubada!

Rafael A.

Dia do Rock


Show: Dia do Rock

Dia do Rock
05/09/09
Clube Lusitano (Ilha da Conceição, Niterói/RJ)
THE ANARCHY SOLID SOUND – OS CLODOALDOS – PONTO CEGO – ALMA DA NOITE

Já é de lei: No primeiro sábado de cada mês a roquêrada de Niterói e adjacências tem diversão garantida! É só dar as caras no Clube Lusitano, no simpático bairro da Ilha da Conceição, ali pertinho do Centro! É dia de mais uma edição do Dia do Rock, promovido pela galera da banda Os Clodoaldos! Aliás, a edição de setembro contou com uma das bandas mais clássicas daqui da região! Sabe quem?

Primeiro vamos a galera que também fez barulho no palco do Clube Lusitano! Quem subiu ao palco primeiro foi a garotada da banda Ponto Cego. Visual em dia e cara de ‘banda moderna’. Pitadas de Hard Rock e influências de uma penca de bandas que vem tomando conta de ‘MTV’s & afins’ mundo afora. Ok, ficou bacana. Depois foi a vez do pessoal da banda Alma da Noite, que já é uma velha conhecida de quem freqüenta os shows por aí, mostrar seu Pop Rock cheio de influências de bandas brazucas. De novo, um bom show. É bem verdade que a essa altura o público ainda não havia chegado com força total, por assim dizer. Jogo do Brasil, feriadão...

Que nada, foi só os donos da festa darem as caras pra começar a aparecer gente. Banda Os Clodoaldos no palco! Mostraram a mesma competência de sempre em seu show baseado em covers de medalhões do Rock gringo e, mais uma vez, agradaram a galera. Ponto pros caras, né? E sabe quem encerrou os trabalhos no palco? Nada mais nada menos que a lendária banda niteroiense The Anarchy Solid Sound (foto). Os caras mostraram um senhor show de hardcore. Som californiano direto dos anos noventa (mesmo, já que a banda existe desde 1990)!

E não parou por aí, depois dos shows ainda chegou mais uma galera pra conferir a discotecagem do DJ Primo. Música eletrônica rolando madrugada adentro e gente dançando na pista (ou seja, hora deste que vos escreve desarmar o circo e tirar o time de campo). Mais uma edição bem sucedida do Dia do Rock! Em outubro tem os melhores do ano! E a Tapete Voador está na parada! Apareçam!

Rafael A.

Amákina no Mr.Jack


Amákina
03/09/09
Mr.Jack (Centro, São Gonçalo/RJ)
AMÁKINA

Durante o mês de setembro quem estiver de bobeira na quinta a noite já tem programa garantido! Um novo espaço vem atraindo a atenção da galera de São Gonçalo, ali bem pertinho do teatro do SESI, próximo ao Clube Mauá. E é, justamente, na quinta-feira que os caras da banda Amákina comandam a noite no Mr.Jack!

E foi já quase entrando madrugada adentro que a galera resolveu dar as caras esta noite! Tuca Marques (voz e guitarra), Gerson Monteiro (baixo) e Aldo Sá (bateria) não pensaram dua vezes e atacaram com uma penca de clássicos do Rock brazuca e gringo! Cervejas pra lá e pra cá e tome Legião Urbana, Barão Vermelho, Cazuza, Deep Purple, Celso Blues Boy, Titãs e muitos outros. Até participação do dono do bar na guitarra rolou dessa vez! Som rolando até altas horas!

Então já sabem, né? Quem estiver afim de curtir um belo show de Rock’n Roll em plena noite de quinta-feira pode rumar para o Mr. Jack e, enquanto durar o mês de setembro conferir a apresentação dos caras d’Amákina!

Rafael A.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Hoje tem Sexta-Fera, despedida do Metallica Pub


A última edição do Sexta-Fera no Metallica Pub vem mais que especial! Pela primeira vez no espaço do Porto Novo, a lendária banda Destino Ignorado apresenta o show do cd Vem Pra Perto de Mim! Completam a escalação a banda Levante e o hip hop do projeto Função_WK.

Serviço:

Sexta-Fera

04/09/09 (sexta-feira, 19h)

Shows:
Destino Ignorado
Levante
Função_WK

Local: Metallica Pub
End.: Rua José do Patrocínio, 42, Porto Novo, São Gonçalo/RJ
Tel.: (21) 9111-6829 (c/ Ninja)

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