segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

No ar Coletânea Virtual PATCH! Vol.4!


Está no ar o volume quatro da Coletânea Virtual PATCH! A compilação virtual da Latitude Zero Prod. chega a mais um número e continua a reunir bandas e artistas dos mais variados estilos e procedências. Assim como os peacthes que se amontoam nas jaquetas e na indumentária Punk, e que batizam nossa coletânea, nossa colcha de retalhos continua a crescer e chegar em lugares cada vez mais distantes! Um dos destaques desse número, por exemplo, é a banda Uruguaia Green Gay com um Punk Rock típicamente latino de primeira linha! Também são destaques as cariocas Kopos Sujus e El Efecto, as paulistas IODO, Samset, a maravilhosa Nayara konno e o projeto Hidrocor, a cantora pernambucana Dani Carmesin, enfim. São ao todo vinte faixas, vinte artistas independentes dando seu recado! Todas as músicas estão disponíveis para audição e download gratuitos na página da Latitude Zero Prod. no site Purevolume! Confira!

Latitude Zero Prod.


Track List:
01. Hidrocor (São Paulo/SP) : Ma Cherie
02. IODO (São Paulo/SP) : Tony Montana
03. Tuca Marques (Niterói/RJ) : Meu Lar é o Bar
04. Algoz (Niterói/RJ) : Fungos
05. Canto Cego (Rio de Janeiro/RJ) : Parque das Imagens
06. Dani Carmesin (Recife/PE) : Aviso a Ioiô
07. Nayara konno (São Paulo/SP) : +Amor -Rancor
08. Ultravespa (Goiânia/GO) : Motel Barato
09. El Efecto (Rio de Janeiro/RJ) : Ciranda
10. Leis de Murph.. (Resende/RJ) : Um frio Azul Escuro
11. Os invalvuláveis (São Paulo/SP) : Observações Em Paralelo de um Tal Eu Mesmo
12. Kopos Sujus (Rio de Janeiro/RJ) : A Musa do Balcão
13. Green Gay (Uruguai) : Yo Te Canto Con El Corazón
14. Inércia (São Gonçalo/RJ) : Degradação Humana
15. Filios do Licho (Rio de Janeiro/RJ) : O que Você Vê?
16. Samset (Tremembé/SP) : Superação
17. Bow Bow Cogumelo (Niterói/RJ) : Maria
18. Xarles Xavier (São Gonçalo/RJ) : Canção de Outono
19. Spitzer Estrelares (Taboão da Serra/SP) : Solitude
20. Incrível Mart (São Gonçalo/RJ) : Vai Chorar

“Pra Onde Vai O Mundo? Pra Onde é que Ele Vai?”



Se não me engano usei esse mesmo refrão dos Replicantes de título para um artigo similar. Sendo que pra este fanzine, a tal 'festa da virada' que acontece daqui a algumas poucas horas não diz absolutamente nada a não ser que precisamos comprar agendas novas, não faria muito sentido desejar seja lá o que for a quem quer que seja. De qualquer forma, vamos ao que na opinião deste fanzine desponta como possibilidades e caminhos para nosso combalido cenário underground, além de algumas reflexões acerca do que rolou em nosso mundinho nos últimos tempos.

É complicado falar de cenário underground como um todo. Explico: É fato que hoje temos um circuito de festivais, selos independentes e canais (principalmente no mundinho virtual) abertos para bandas novas, artistas independentes e afins. Porém, se nota um abismo muito grande entre determinados 'circuitos' e um grupo grande de artistas. Alguns sintomas aparecem de forma bem clara quando, por exemplo, analisamos as escalações dos principais festivais independentes do país. Ou mesmo, numa escala bem menor, quando damos uma rápida passada de olho nos flyers de eventos de pequeno porte que rolam em nossa cidade. Isso funciona pra Niterói, São Gonçalo, Rio de Janeiro e pra outras praças espalhadas pelo Brasil. Normalmente, o que notamos em nossas cenas locais, se reflete Brasil afora, basicamente. Não se trata de determinar o que é bom ou não. Ou o que merece espaço ou não. Mas fica claro que: num momento onde as mídias digitais promovem integração em diversos níveis, ainda não conseguimos olhar para o meio underground como um todo.

Pegando o gancho do parágrafo acima: Olhar qualquer coisa como um 'todo' implica em aceitar que elementos diferentes podem conviver em harmonia. E é sabido que em alguns casos, tal feito é impossível. Tão pouco estamos propondo nenhum tipo de trabalho em conjunto, visando o crescimento da tal cena como um todo e blá blá blá.... Até porque, tais conceitos acabam refletindo apenas a coisa sob a ótica de uma parte do todo. Pluralidade é algo complicado quando interesses pessoais entram no jogo. E, acreditem, eles sempre entram. Mas nada impede que diversas vertentes musicais e artísticas convivam num mesmo cenário. Afinal, o gosto por cultura e a sede de informação são bens comuns a todos os interessados no meio independente. Ao menos é o que se imagina.

Tentando não sair muito do assunto, voltemos às bandas independentes, circuito de shows, eventos e a tal segregação a qual me referia lá no começo. Há alguns anos atrás, aqui em nossa Região, víamos se proliferar eventos tidos como 'grandes'. Na verdade, nada mais eram do que eventos de pequeno porte com uma quantidade enorme de bandas. Uma ou outra atração de renome e pronto! Estávamos diante de mais uma 'Mega Edição do Seja Lá o Que For Fest.' Somando isso às famigeradas cotas de ingressos destinadas às bandas que se apresentavam nesses eventos (o bom e velho pague pra tocar) tínhamos reunidos os ingredientes necessários para promover o esvaziamento total e completo de qualquer cena, em qualquer cidade do interior ou nos grandes centros. Sem apontar culpados. Cada um terá sua justificativa e só nos cabe tentar compreender (ou em alguns casos, não).

Com o tempo, o resultado desse esvaziamento ficava cada vez mais óbvio. Shows vazios e investimentos cada vez menores por parte de produtores. Afinal, ninguém queria arriscar. Arriscar nesses casos envolve, necessariamente, investir em bandas de longe, nomes de peso no cenário nacional, enfim. Ao mesmo tempo, algumas bandas passavam a visar apenas o que rolava longe daqui. Se afastavam. Até porque o cenário aqui não animava. Pagar pra tocar, eventos bagunçados, pouca divulgação, sensação de estar sendo feito de idiota, enfim. Muita gente optou por se afastar. Quem insistiu, ficou no dilema: O que fazer? Encarar a cota de ingressos? Fazer meus próprios shows (a opção mais viável, porém pouco adotada)? Ambos acabariam da mesma forma: Isolados. A onda de festas alternativas atravessava a Baía de Guanabara e os produtores não precisavam mais de bandas. Não precisavam mais de cena, nem de publico interessado no underground. Já que pessoas completamente alheias ao meio agora balançavam o esqueleto ao som de 'róqui'. Era a tal 'gente bonita' dando as caras em espaços onde antes, se fazia arte, se promovia cultura.... E a coisa degringolava de uma vez por todas.

Nada contra o formato festa, que fique claro. Mas porque não mesclar isso com outros conceitos? Agregar valor, introduzir cultura e informação onde havia tão somente entretenimento? Não há nada de errado! DJ`s, bandas, artistas plásticos, poetas e artistas das mais diversas procedências podem dividir um mesmo palco e fazer de uma noite de música mecânica, um evento cultural extremamente saudável. E não que projetos nesses moldes não aconteçam por aí. Mas por aqui, o quadro era basicamente esse há uns quatro anos atrás. E a cobrança por algo além de entretenimento fútil e boçal em nossas agendas culturais procede. Quem já chegou na casa dos trinta lembra o quão estimulante era uma ida a um 'showzinho', como se chamavam os eventos underground de pequeno porte. Bandas com trabalho autoral, fanzines, demos, moda, literatura, flyers circulando pra tudo quanto é lado, enfim. Mesmo entendendo que certas coisas não voltam, insistimos: a coisa pode ser bem melhor...

Mas os últimos anos deixaram alguns ensinamentos valorosos. Pela primeira vez se viu (e sentiu) o abismo criado entre parte da produção musical e artística e o circuito dos grandes festivais independentes. Apesar de terem seu valor, esses festivais devem ser vistos como mais um fator, algo a somar, não a base para um cenário ou seja lá o que for – muito menos um objetivo, ou um fim para o trabalho de uma banda... O Estado, por sua vez, lavou as mãos. Editais, leis de incentivo, premiações e concursos que não contemplam o que se faz no underground: foi o que se viu. Pouquíssimos projetos com real ligação com o meio independente tem vez na farta distribuição de recursos do Poder Público (…). Enquanto produtores modestos e agitadores culturais sonhavam em ter projetos aprovados nesse ou naquele edital, a industria da Produção Cultural se colocava entre nós (os independentes) e a grana (paga com nossos impostos) disponibilizada pelo Estado. Mais uma vez: nada contra seus diplomas, cursos e teorias. Mas é flagrante que o processo de aprovação de projetos via seleções públicas está completamente viciado, ficando cada vez mais distante de quem realmente precisa, quem promove cultura no braço, na raça. Insisto que não precisamos do Estado para existir, se o mesmo quiser contribuir, melhor. Caso não: f%@#-se...

O tempo passou.... E este ano vimos surgir novamente iniciativas saudáveis para o under local. Produtores e bandas parecem tentar juntar os cacos e promover intercâmbios, fazer algo acontecer. E isso é ótimo. Porém continuamos com algumas questões mal resolvidas. A falta de público, ou a recusa do mesmo de prestigiar determinados espaços e projetos, traz à tona uma outra questão: A tal diversidade não tem mais a força de antes. Antigamente era comum ver fãs ou incentivadores das cenas mais díspares convivendo com o mínimo de harmonia em nome da manutenção de espaços e projetos. Sim, tinha-se a noção de que quando determinado evento, bar, espaço ou evento tem continuidade a própria cena independente ganha uma espécie de sobrevida, ou melhor dizendo, se mantém. Há quem atribua essa postura do público à uma questão de gerações. Os mais velhos não se sentem confortáveis frequentando shows, enquanto os mais novos não dão mais valor a absolutamente nada que se faça no meio underground, ou em lugar algum. Estão preocupados apenas com sua atuação em redes sociais e coisas do tipo. Sendo que tal atuação não diz respeito ao meio underground, apenas a questões puramente pessoais. Seja como for, estes não representam a totalidade (ao menos é o que parece em alguns momentos). Menos mal.

Definitivamente, ainda há muito o que fazer. Lembro que no começo de 2012, na matéria que levou o mesmo título desta, meu sentimento era de otimismo. E apesar de alguns percalços, o ano rendeu coisas bem interessantes. Como deu pra notar aí em cima, ainda há muito por fazer. É fácil fazer planos a serem postos em prática ao longo de um ano inteiro. A dificuldade é, ao longo desse ano, ter frieza, serenidade e disposição pra pôr tudo em prática, tudo a seu tempo e da maneira mais consciente possível. É o que planejamos. O sentimento do FMZ e da Latitude Zero Prod. para com o ano que se inicia amanhã é positivo. Projetos serão mantidos. Velhas ideia postas em prática e coisas que já deveriam ser feitas, serão finalmente executadas.

Mais uma vez: este fanzine não participará da festa da virada. Tão pouco se vestirá de branco, de mulher ou coisa parecida. Sem o blá blá blá de votos de prosperidade, concretização disso ou daquilo. O que estar por vir, pode (e deve) ser mudado. O que passou, já foi. A máscara que caiu, não volta (decepções são comuns ao longo do caminho, não assusta mais como antes). Ficar parado é entediante, melhor arriscar e fazer algo não por cena ou coisa que o valha, mas por nós mesmos. Já que somos nós mesmos que carregamos o peso, que viramos a noite, que chegamos primeiro e saímos depois. Somos nós que promovemos cultura, que fazemos arte e (obrigado Papai do Céu!) incomodamos! Se você é um desses imbecis, obrigado por tudo até aqui. E independente do que digam as agendas, calendários e idiotas vestidos de mulher disparando morteiros na rua nesse exato momento: Que venha o novo!

Rafael A.


...E enquanto o mundo explode, nós dormimos no silêncio do bairro... Sinto vontade de fazer muita coisa...” (Chico Science)       

Hidrocor na Coletânea Virtual PATCH Vol.4


Projeto paulista esbanjando criatividade! O Hidrocor abre os trabalhos no volume quatro da Coletânea Virtual PATCH com a belíssima canção “Ma Cherie”! E fiquem ligados que o volume cinco de nossa coletânea PATCH sai daqui a quinze dias! Vale a pena conferir mais vinte sons selecionados para este primeiro lançamento da Latitude Zero Prod. em 2013!!!




Confira a Hidrocor na Coletânea PATCH Vol.4:
Ouça e baixe a Coletânea Virtual PATCH Vol.4 gratuitamente no link.

2013 recheado de barulho!!!


O ano de 2013 promete! Normalmente são nos meses do segundo semestre que o circuito de shows começa a pegar fogo, e os nomes de fora do país começam a pipocar em palcos brasileiros! Logo no primeiro semestre, uma penca de nomes gringos dão as caras em solo brazuca e deixam a agenda de shows pegando fogo! Logo em janeiro tem os suecos da Massgrav em Macaé, no interior do Estado do Rio de Janeiro, e Suicidal Angels em São Paulo! Em fevereiro é a vez de Vader e Stryper, enquanto abril tem datas de Texas Hippie Coalition e Demon Hunter (foto) confirmadas em São Paulo e no Rio de Janeiro! Fiquem ligado que o FMZ vai contar tudo pra vocês!

Rafael A.

domingo, 30 de dezembro de 2012

No ar Coletânea Virtual PATCH! Vol.4!


Está no ar o volume quatro da Coletânea Virtual PATCH! A compilação virtual da Latitude Zero Prod. chega a mais um número e continua a reunir bandas e artistas dos mais variados estilos e procedências. Assim como os peacthes que se amontoam nas jaquetas e na indumentária Punk, e que batizam nossa coletânea, nossa colcha de retalhos continua a crescer e chegar em lugares cada vez mais distantes! Um dos destaques desse número, por exemplo, é a banda Uruguaia Green Gay com um Punk Rock típicamente latino de primeira linha! Também são destaques as cariocas Kopos Sujus e El Efecto, as paulistas IODO, Samset, a maravilhosa Nayara konno e o projeto Hidrocor, a cantora pernambucana Dani Carmesin, enfim. São ao todo vinte faixas, vinte artistas independentes dando seu recado! Todas as músicas estão disponíveis para audição e download gratuitos na página da Latitude Zero Prod. no site Purevolume! Confira!

Latitude Zero Prod.


Track List:
01. Hidrocor (São Paulo/SP) : Ma Cherie
02. IODO (São Paulo/SP) : Tony Montana
03. Tuca Marques (Niterói/RJ) : Meu Lar é o Bar
04. Algoz (Niterói/RJ) : Fungos
05. Canto Cego (Rio de Janeiro/RJ) : Parque das Imagens
06. Dani Carmesin (Recife/PE) : Aviso a Ioiô
07. Nayara konno (São Paulo/SP) : +Amor -Rancor
08. Ultravespa (Goiânia/GO) : Motel Barato
09. El Efecto (Rio de Janeiro/RJ) : Ciranda
10. Leis de Murph.. (Resende/RJ) : Um frio Azul Escuro
11. Os invalvuláveis (São Paulo/SP) : Observações Em Paralelo de um Tal Eu Mesmo
12. Kopos Sujus (Rio de Janeiro/RJ) : A Musa do Balcão
13. Green Gay (Uruguai) : Yo Te Canto Con El Corazón
14. Inércia (São Gonçalo/RJ) : Degradação Humana
15. Filios do Licho (Rio de Janeiro/RJ) : O que Você Vê?
16. Samset (Tremembé/SP) : Superação
17. Bow Bow Cogumelo (Niterói/RJ) : Maria
18. Xarles Xavier (São Gonçalo/RJ) : Canção de Outono
19. Spitzer Estrelares (Taboão da Serra/SP) : Solitude
20. Incrível Mart (São Gonçalo/RJ) : Vai Chorar

Dani Carmesin na Coletânea Virtual PATCH Vol.4


A cantora e compostiora pernanbucana Dani Carmesin está de disco novo! Ainda não conhece o som dela? Então se liga que a música “Aviso a Ioiô” está no volume quatro de nossa Coletânea Virtual PATCH! Ouça! E dia 15 de janeiro sai o volume cinco! Quer participar!



Confira Dani Carmesin na Coletânea PATCH Vol.4:
Ouça e baixe a Coletânea Virtual PATCH Vol.4 gratuitamente no link.

sábado, 29 de dezembro de 2012

No ar Coletânea Virtual PATCH! Vol.4!


Está no ar o volume quatro da Coletânea Virtual PATCH! A compilação virtual da Latitude Zero Prod. chega a mais um número e continua a reunir bandas e artistas dos mais variados estilos e procedências. Assim como os peacthes que se amontoam nas jaquetas e na indumentária Punk, e que batizam nossa coletânea, nossa colcha de retalhos continua a crescer e chegar em lugares cada vez mais distantes! Um dos destaques desse número, por exemplo, é a banda Uruguaia Green Gay com um Punk Rock típicamente latino de primeira linha! Também são destaques as cariocas Kopos Sujus e El Efecto, as paulistas IODO, Samset, a maravilhosa Nayara konno e o projeto Hidrocor, a cantora pernambucana Dani Carmesin, enfim. São ao todo vinte faixas, vinte artistas independentes dando seu recado! Todas as músicas estão disponíveis para audição e download gratuitos na página da Latitude Zero Prod. no site Purevolume! Confira!

Latitude Zero Prod.


Track List:
01. Hidrocor (São Paulo/SP) : Ma Cherie
02. IODO (São Paulo/SP) : Tony Montana
03. Tuca Marques (Niterói/RJ) : Meu Lar é o Bar
04. Algoz (Niterói/RJ) : Fungos
05. Canto Cego (Rio de Janeiro/RJ) : Parque das Imagens
06. Dani Carmesin (Recife/PE) : Aviso a Ioiô
07. Nayara konno (São Paulo/SP) : +Amor -Rancor
08. Ultravespa (Goiânia/GO) : Motel Barato
09. El Efecto (Rio de Janeiro/RJ) : Ciranda
10. Leis de Murph.. (Resende/RJ) : Um frio Azul Escuro
11. Os invalvuláveis (São Paulo/SP) : Observações Em Paralelo de um Tal Eu Mesmo
12. Kopos Sujus (Rio de Janeiro/RJ) : A Musa do Balcão
13. Green Gay (Uruguai) : Yo Te Canto Con El Corazón
14. Inércia (São Gonçalo/RJ) : Degradação Humana
15. Filios do Licho (Rio de Janeiro/RJ) : O que Você Vê?
16. Samset (Tremembé/SP) : Superação
17. Bow Bow Cogumelo (Niterói/RJ) : Maria
18. Xarles Xavier (São Gonçalo/RJ) : Canção de Outono
19. Spitzer Estrelares (Taboão da Serra/SP) : Solitude
20. Incrível Mart (São Gonçalo/RJ) : Vai Chorar

Ultravespa na Coletânea Virtual PATCH Vol.4


Banda goiana representando o Indie Rock, a Ultravespa aposta numa sonoridade baseada em bandas clássicas como The Who, Stones e nomes da cena brazuca como os gaúcho da Cachorro Grande! Conheça o som desses caras! E atenção! O volume cinco da Coletânea Virtual PATCH vê a luz do dia em 15 de janeiro!





Confira a Ultravespa na Coletânea PATCH Vol.4:
Ouça e baixe a Coletânea Virtual PATCH Vol.4 gratuitamente no link.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Filios do Licho na Coletânea Virtual PATCH Vol.4


Banda da nova safra do Punk Rock/Hardcore carioca! A garotada da Filios do Licho dá es aparece no volume quatro da Coletânea Virtual PATCH com faixa de sua primeira demo! “O que Você Vê” tem refrão que gruda na memoria e letra bacana com direito a uma super linha de baixo! E aguardem, o volume cinco da PATCH sai dia 15 de janeiro!



Confira a Filios do Lcho na Coletânea PATCH Vol.4:
Ouça e baixe a Coletânea Virtual PATCH Vol.4 gratuitamente no link.

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Você curte escrever sobre música? É poeta? Tem um fanzine? Vai a shows de bandas independentes com frequência e gostaria de dividir suas impressões com a galera? Participe do Feira Moderna Zine! Estamos em busca de novos colaboradores!!! Não importa sobre o que você queira escrever. Música, poesia, contos, artigos relacionados à cultura, universo pop, meio independente, enfim. Todos são bem vindos! Vale resenha de cd`s, de shows, envio de notas, entrevista com bandas independentes, tanto faz! Queremos sua participação! Basta entrar em contato conosco através de nosso e-mail! Faça parte da FMZ Beer Crew!!

Latitude Zero Prod.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Resenha: 8mm


8mm
Onde Mora a Justiça (CD / independente)

Banda clássica do Hardcore carioca! Essa galera ainda está na ativa e fazendo shows por aí! Ainda bem, né? Pois bem, este “Onde Mora a Justiça”, da banda 8mm foi lançado por volta do ano 2000, mas vale o registro aqui, ok? Os caras conseguiram um resultado e tanto nessa bolachinha! Um Hardcore crú, direto e com passagens melodiosas nos momentos certos. “A Arca de Noé”, “Censura”, “Terrorismo”, “Sk8core”, “Americanizado” e “Linha de Frente” são apenas alguns exemplos de um trabalho correto do início ao fim. Peso na cozinha e guitarras certeiras dão o tom e fazem tabelinha com letrar que tratam das mazelas do mundo em que vivemos. Ou seja, Hardcore da melhor qualidade! Vale muito a pena, corra atrás da sua cópia, ok?

Rafael A.

Mais sobre a banda 8mm no link.

No ar coletânea PATCH! Vol.4!


Está no ar o volume quatro da Coletânea Virtual PATCH! A compilação virtual da Latitude Zero Prod. chega a mais um número e continua a reunir bandas e artistas dos mais variados estilos e procedências. Assim como os peacthes que se amontoam nas jaquetas e na indumentária Punk, e que batizam nossa coletânea, nossa colcha de retalhos continua a crescer e chegar em lugares cada vez mais distantes! Um dos destaques desse número, por exemplo, é a banda Uruguaia Green Gay com um Punk Rock típicamente latino de primeira linha! Também são destaques as cariocas Kopos Sujus e El Efecto, as paulistas IODO, Samset, a maravilhosa Nayara konno e o projeto Hidrocor, a cantora pernambucana Dani Carmesin, enfim. São ao todo vinte faixas, vinte artistas independentes dando seu recado! Todas as músicas estão disponíveis para audição e download gratuitos na página da Latitude Zero Prod. no site Purevolume! Confira!

Latitude Zero Prod.


Track List:
01. Hidrocor (São Paulo/SP) : Ma Cherie
02. IODO (São Paulo/SP) : Tony Montana
03. Tuca Marques (Niterói/RJ) : Meu Lar é o Bar
04. Algoz (Niterói/RJ) : Fungos
05. Canto Cego (Rio de Janeiro/RJ) : Parque das Imagens
06. Dani Carmesin (Recife/PE) : Aviso a Ioiô
07. Nayara konno (São Paulo/SP) : +Amor -Rancor
08. Ultravespa (Goiânia/GO) : Motel Barato
09. El Efecto (Rio de Janeiro/RJ) : Ciranda
10. Leis de Murph.. (Resende/RJ) : Um frio Azul Escuro
11. Os invalvuláveis (São Paulo/SP) : Observações Em Paralelo de um Tal Eu Mesmo
12. Kopos Sujus (Rio de Janeiro/RJ) : A Musa do Balcão
13. Green Gay (Uruguai) : Yo Te Canto Con El Corazón
14. Inércia (São Gonçalo/RJ) : Degradação Humana
15. Filios do Licho (Rio de Janeiro/RJ) : O que Você Vê?
16. Samset (Tremembé/SP) : Superação
17. Bow Bow Cogumelo (Niterói/RJ) : Maria
18. Xarles Xavier (São Gonçalo/RJ) : Canção de Outono
19. Spitzer Estrelares (Taboão da Serra/SP) : Solitude
20. Incrível Mart (São Gonçalo/RJ) : Vai Chorar

Samset na Coletânea Virtual PATCH Vol.4


Direto de Tremembé, município do interior paulista, chega a banda Samset! Hardcore Melódico com, muitíssimo bem vindas, influências de Face to Face, Dead Fish, Pennywise e outros! A banda estreia na Coletânea Virtual PATCH com a música “Superação!” E não se esqueça, dia 15 de janeiro tem Lançamento da PATCH Vol.5!



Confira a Samset na Coletânea PATCH Vol.4:
Ouça e baixe a Coletânea Virtual PATCH Vol.4 gratuitamente no link.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Rock Noel 2012: Missão cumprida!



Rock Noel 2012
25/12/2012
Bar da Míriam (Barracão, São Gonçalo/RJ)
SUCO GÁSTRICO – INÉRCIA – TUCA MARQUES – XANDE McLEITE – PANELA DO RAUL

Último dia de shows da edição 2012 do Rock Noel! E o dia já começou movimentado! Desde a parte da manhã estávamos em contato com os gaúchos da banda Suco Gástrico. A banda havia feito show em São Paulo na semana passada e se preparava para pegar seu voo rumo ao Rio de Janeiro para participar do Rock Noel. Por conta do período de festas e da total incompetência e inoperância das empresas de transporte aéreo, o voo marcado para 11:45h ainda não tinha previsão de saída às 14:30h...

Em São Gonçalo, o problema era o calor. Apesar da produção ter feito todo o possível para começar o evento no horário marcado, 15h, o calor senegalês que tomou conta da cidade tornou qualquer tipo de atividade impossível! O jeito foi sentar (na sombra), tomar umas cervejas e curtir um som.. Só depois que o sol começou a se pôr, o calor absurdo deu uma trégua (o calor em si continuava, mas nada parecido com o inferno da tarde). Hora de começar os trabalhos, certo? Os primeiros a se apresentarem foram os caras da Panela do Raul! E eles, obviamente, agitaram a galera presente com sons do roqueiro baiano! Povo cantando junto com a banda e, finalmente, começava o último dia de Rock Noel!

Em seguida foi a vez do também gonçalense e velho conhecido do evento, Xande McLeite atacar com um repertório que mesclou clássicos do Rock com canções próprias. Mais uma vez, show competentíssimo e galera de olhos e ouvidos grudados na banda! Bem legal! Depois foi a vez deste que vos escreve se juntar aos companheiros de banda Inércia (foto) para uma rápida participação! Sem ensaio, sem repertório, sem fazer a menor ideia quanto ao que iríamos apresentar, lá fomos nós! E o resultado foi dos melhores! Um dos shows mais divertidos que fiz com a banda! Só pancadaria: “Garotos de Subúrbio” dos Inocentes, “Festa Punk” dos Replicantes, “I Wanna be Your Dog” dos Stooges e nossa “PxNxC”! Aliás, A batera desse show ficou por conta do camarada Alberto Punk! De quebra, tivemos a honra de contar com Bozo, batera da clássica banda Lombrigas Cabeludas fazendo participação em uma das músicas! Muito legal!

O que veio a seguir não seria digno sequer de nota, mas fazemos questão de esclarecer o que se passou no final do evento (deixando claro que se trata da posição do FMZ/Latitude Zero Prod., meros apoiadores, não tendo necessariamente nada a ver com o posicionamento da produção do Rock Noel, seja ela qual for): Uma das atrações convidadas achou por bem, em cima da hora, anunciar que se apresentaria com uma banda de apoio. A mesma, conta em sua formação com indivíduos nocivos para o meio underground. Os mesmos foram até o Rock Noel com o único intuito de causar danos ao equipamento oferecido às bandas. Uma vez que, no que diz respeito à música, conseguiram soar no máximo chulos, optaram por causar danos ao citado equipamento, deliberadamente. Vale frisar que a Latitude Zero Prod. cedeu o equipamento de palco (bateria, ampli de guitarra e cubo de baixo) à produção do Rock Noel sem cobrar absolutamente nada. Apenas para contribuir e colaborar com a festa. Sendo assim, a postura dessas pessoas soa mais ridícula ainda. Em claro e bom português: Postura típica de 'roquêro xuta-licho', 'dorme-sujo', 'come-rato'. O mesmo tipo de público (nunca conseguiram passar disso, por pura incompetência e incapacidade) que há anos atrás decretou o esvaziamento do cenário underground local com ideais vazios, conduta reprovável e orgulho da própria estupidez. Lamentável.

Saldo positivo? Por incrível que pareça sim! A realização do evento mesmo diante das dificuldades que surgiram (desde o calor, passando por problemas com o PA do show e a ação dos vândalos que citamos acima) foi a melhor resposta para quem vê no meio underground e no trabalho dos artistas e produtores que delem fazem parte algo tolo, vazio ou pouco importante. O único ponto negativo e, de fato, relevante, foi o fato da Suco Gástrico não ter podido se apresentar. Ao chegar em casa, recebi a mensagem dando conta de que, após várias tentativas de conseguir embarcar rumo ao Rio, já no meio da tarde a banda passou a tentar a troca de suas passagens para voltar ao Rio Grande do Sul. Uma pena. Mas outras oportunidades virão! Assim esperamos... E 2012 chega ao fim. Mais uma vez: missão cumprida (e como isso incomoda, né?). Vem muito mais por aí. O resto é pouco, é quase nada, é resto.

Rafael A.


Mais fotos do Rock Noel no Bar da Míriam em nosso perfil no Facebook.
fotos: Rafael A. & Gika (fotos Inércia)

E confira trechos dos shows do primeiro dia de Rock Noel 2012, no Metallica Pub, em nosso canal no Youtube.

Incrível Mart na Coletânea Virtual PATCH Vol.4


Banda gonçalense que em 2012 comemora dez anos de seu primeiro CD! A Incrível Mart (foto) volta a dar as caras no volume quatro da Coletânea Virtual PATCH! Desse vez, com a canção “Vai Chorar”, faixa do último trabalho lançado pela banda, o CD Inglória! E fique ligado! O volume cinco da PATCHsai dia 15 de janeiro!



Confira a Incrível Mart na Coletânea PATCH Vol.4:
Ouça e baixe a Coletânea Virtual PATCH Vol.4 gratuitamente no link.

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Latitude Zero Prod.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Daqui a pouco tem o segundo dia de Rock Noel 2012!


25/12/2012 (terça-feira, 15h)

Shows:
SUCO GÁSTRICO (RS)
INÉRCIA
PANELA DO RAUL
XANDE McLEITE
TUCA MARQUES

+ jam session encerrando o evento
+ discotecagem Rafael A. & João Luiz
+ stand Latitude Zero Distro.



Local: Bar da Míriam
End.: Rua Maria Agusta Navega, 34, Barracão, São Gonçalo/RJ

** ônibus 549 (Niterói X St.Izabel) deixa em frente à rua do evento **


Apoio:
Feira Moderna Zine
Latitude Zero Prod.
Rock+ Produções
Culturaarteen
Moto Rock Clube

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Melhores de 2012



Final de ano chegando e é hora de fazermos nossas listinhas dando conta do que íamos fazer, do que pretendemos fazer e das coisas que definitivamente não faremos nem a pau! E óbvio, hora de listar melhores, piores e afins! Assim como nos últimos dois anos, nós aqui do FMZ fazemos nossa litinha de 'Melhores do Ano'! Lembrando que nos baseamos nas coisas que vimos, eventos que cobrimos e materiais que recebemos, certo? E como sempre, os comentários estão aí pra quem quiser fazer suas listas também! Sintam-se a vontade!


BANDA DO ANO: Ricto
A ex-Ricto Máfia reapareceu com um belíssimo trabalho de estréia e confirmou sua posição de destaque no cenário underground Fluminense! Conheça!

BANDA REVELAÇÃO: Obscene Capital
Fizeram uma pence de shows por aí e surgiram como uma das maiores promessas do HC carioca! Conheça!

MELHOR LANÇAMENTO: Máfia (Ricto)
Álbum de estreia de nossa BANDA DO ANO! Rock Alternativo esbanjando criatividade e uma performance impecável da vocal Ive Moco! Ouça no link.

MELHOR MÚSICA: Yo Te Canto Con El Crazón (Green Gay)
Som da banda uruguaia que passou pelo Brasil no primeiro semestre. Punk Rock típico de bandas latinas! Pra dançar, pogar e cantar junto! Confira o som em nossa Coletânea PATCH Vol.4!

MELHOR SHOW NACIONAL: Viper
Passagem da To Live Agian Tour pelo Rio de Janeiro! Viper tocando na íntegra seus dois primeiros álbuns com direito a volta do vocal André Matos! Showzaço no Teatro Rival em 10/07/2012! Confira a resenha aqui do FMZ_ONLINE.

MELHOR SHOWS GRINGO: Cripple Bastards
A banda italiana veio ao Rio de participou da volta aos palcos do Ataque Periférico! Com direito a entrevista (por Boka do RDP) em nosso FMZ#17! Confira a resenha aqui no FMZ_ONLINE.


MELHOR EVENTO/FESTIVAL: Independência ou Morte
Evento que reuniu bandas no feriadão de 7 de setembro no município de Queimados! Com direito a lançamento do novo CD dos cariocas da Kopos Sujus e mostra de fanzines promovida aqui pelo FMZ! Confira a resenha aqui no FMZ_ONLINE.

MELHOR FANZINE IMPRESSO: Gengiva Nuclear
Fanzine do Sul do País capitaneado por Matheus Apolinário! Tirinhas, boas sacadas e muita criatividade! Vale a pena conhecer! Confira no link.

MELHOR E-ZINE/SITE/BLOG: Porão Brazil
Resenhas de shows, demos, CD`s, artigos, entrevistas! Vale a pena conferir! Se liga no link.


por: Rafael A.

Primeiro dia de Rock Noel!



Rock Noel 2012
23/12/2012
Metallica Pub (Porto Novo, São Gonçalo/RJ)
XARLES XAVIER – IMÓVEL – STONE HOUSE ON FIRE – MONSTER TRIO

Primeiro dia de shows da edição 2012 do Rock Noel! O evento que tradicionalmente fecha o calendário roqueiro de São Gonçalo, Niterói e Região chega a sua nona edição e toma conta, pela primeira vez, do Metallica Pub! Só pra relembrar: não gosto de escrever sobre eventos do qual participo, mas na falta de colaboradores, vamos lá!

Este que vos escreve participaria como músico de apoio no show do compositor Xarles Xavier. Fomos os primeiros e fizemos um set um pouco maior que o da estreia do Projeto Mosquitos, em novembro. O som acabou não ficando muito bacana, mas de qualquer forma já valeu por poder participar do evento e mostrar algumas novidades, como a versão de “Daniel na Cova dos Leões” da Legião com direito à música do Lenine no finalzinho. Bem bacana poder ter tocado! Em seguida foi a vez da primeira banda de Volta Redonda/RJ a se apresentar. A Imóvel trouxe suas influências de sons alternativos e de bandas Indie Rock para o Rock Noel e fizeram uma bela apresentação, no que foi seu primeiro show! Muito bacana!

Logo depois veio a segunda banda de Volta Redonda do dia! A Stone House on Fire esbanjou competência num show cheio de peso e influências de Stoner Rock e pitadas de sons psicodélicos! Belíssima apresentação! Banda redonda e arranjos criativos! Nota dez pra garotada! Fechando os trabalhos a representante de Niterói tomou conta da casa roqueira do bairro Porto Novo! A Monster Trio (foto) fez mais um belo show para quem marcou presença no Rock Noel! Além de sons próprios, sons de Zumbis do Espaço e Ramones puseram o clima lá pro alto e fecharam a noite em grande estilo! Não via um show deles, desde os dez anos do Praia do Rock no começo do ano! Bem bacana!

Mais uma vez, fica a sensação de que o evento e as bandas, pela qualidade que demonstraram, mereciam um público muito maior do que o que tivemos no Metallica Pub nesse final de tarde de domingo. Um problema que se fez presente durante todo o ano de 2012. Uma pena... De qualquer forma, muito obrigado a todos que apareceram e curtiram com a gente. Agora é recarregar as baterias pro segundo e último dia de Rock Noel, na terça-feira no Bar da Míriam, no Barracão em São Gonçalo! Nos vemos lá!

Rafael A.

Mais fotos do Rock Noel no Metallica Pub em nosso perfil no Facebook.
Fotos por: João Luiz & Rafael A.

E trechos dos shows em nosso canal no Youtube.

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