sábado, 30 de maio de 2020

Artigo :: Rock e luta antifascista?!


por Rafa Almeida

Em tempos de pandemia e isolamento, crise e acentuação de desigualdades, cada vez mais se cobra posicionamento político de artistas e, principalmente músicos. A política aqui vai muito além de preferências partidárias, claro. E não é à toa que declarações e postagens de figuras do nosso mundinho roqueiro, vez ou outra, causem espanto e decepção. Mas apesar de soar estranho pro grande público, há sim uma lógica na cobrança que fazemos aos músicos que admiramos.

Afinal, dá pra exigir que este ou aquele artista se posicione de maneira coerente e sensata? O fato da pessoa ter feito, ou fazer parte, de uma banda de Rock confere a ela automaticamente um lado na luta política?

Quando voltamos no tempo e entendemos as origens do Rock, percebemos que o estilo tem raízes em ritmos africanos. Desde os Spirituals (cantos dos escravos americanos que, além do caráter religioso, continham códigos que guiavam outros escravos durante as fugas), responsável direto pelo nascimento do Blues. Passando, claro, logo em seguida por Robert Jhonson (foto) até o surgimento dos mais diversos subgêneros nas décadas seguintes, o Rock tem a música negra em seu DNA.

Mais que aspectos rítmicos, o surgimento do Rock está carregado de luta anti racismo na sociedade e indústria fonográfica americanas. E quanto ao que se seguiu, não era Elvis Presley desafiando os bons costumes e chocando a família tradicional com suas performances?

O estilo quebrou paradigmas, desafiando convenções e colocando jovens brancos e negros pra dançar nos mesmos clubes, algo impensável nos EUA nos 50/60's. E não eram os Beatles dando o exemplo e se recusando a tocar em lugares que proibissem a entrada de negros, em sua primeira turnê norte-americana?

O Rock virou música de massa. E como toda música popular, refletiu ao longo do tempo características da sociedade que o produziu. Uma dose extrema de machismo, elitismo e uma cara, digamos, branca demais nos dias de hoje. O estilo não ficou imune ao mundo em que surgiu, ao mercado, ao capitalismo. Na verdade, nunca esteve.

Porém, não dá pra tirar do Rock seu caráter contestador e revolucionário no que diz respeito a costumes. O Movimento Hippie, o discurso antifascista nas letras de Roger Waters, desde sempre, no Pink Floyd e a ativa participação da cena Punk/Hardcore na luta anticapitalista ao redor do mundo, entre outros exemplos.

Não é difícil associar o Rock a um lado nessa história! Mesmo que haja bandas e artistas que se abstenham da discussão política, ou que vertentes do Metal Extremo e essa ou aquela banda de Hardcore flertem ou sejam abertamente fascistas. Não importa. O Rock'n'Roll tem sua história, e ela não pode ser ignorada (muito menos apagada).

E por mais que o "Anarchy in the UK" dos Sex Pistols não fosse fruto de estudos anarquistas (nem de longe...), a revolução promovida pelo Punk no final dos anos setenta na musica pop e na cultura jovem rendeu frutos politizados como The Clash, Dead Kennedys (Jello Biafra, né?), Bad Brains, Bad Religion e outras lindezas!

Por falar em Punk Rock, foi a cena HC de Washington que nos apresentou as meninas do Bikini Kill, banda responsável por trazer pautas feministas pro underground roqueiro.

Ok... De alguma forma Janis Joplin, Joan Jett, Siouxsie Sioux, nossa rainha Rita Lee e outras já denunciavam e contestavam o machismo no Rock. Mas foi a geração Riot Girrrl, de Bikini Kill e outras, que trouxe de forma mais, digamos, incisiva a discussão sobre o papel da mulher na cena Punk/Hardcore e, consequentemente, no Rock!

Mesmo nomes que mexem com grandes cifras, ou seja, o time dos que lotam estádios mundo afora (algo próximo do tal "Rock de Arena" nos dias de hoje), o discurso anti fascista sempre esteve lá! Do já citado Roger Waters e U2 a Pearl Jam, Radiohead e por aí vai. Todo mundo devidamente "posicionado" (como se precisasse, no caso desses aí...rs)!

No Brasil, me parece óbvio que distorções sejam cometidas. Um aspecto crucial pra entender a visão que alguns (muitos) fãs e músicos brasileiros de Rock e suas vertentes têm, está na chegada do estilo por aqui.

Nossa indústria fonográfica nunca pareceu ser lá muito inteligente, digamos. Salvo "Mirandas" e "Midanis" ao longo do caminho, números sempre foram o norte dos lançamentos musicais por aqui. Não parece que, de fato, em algum momento se tenha pensado em formar um público consumidor e conhecedor de música pra além de sucessos populares em trilhas de novelas e êxitos radiofônicos.

O Rock, apesar de popular ao redor do mundo, demorou a figurar nas prateleiras de discos brasileiras. Sendo assim, até meados dos anos oitenta, quem quisesse se inteirar minimamente quanto às novidades do estilo tinha necessariamente que importar discos. Ou conhecer alguém que viajasse com uma certa frequência e trouxesse os últimos lançamentos. Resumindo: o Rock chegou aqui como música pra classe média branca, simples assim.

O mais próximo de uma popularização do estilo que tivemos foi com o "combo BRock80 + Rock in Rio I" nos oitenta, e um momento nos noventa onde bandas de Rock se aproximaram do mainstream. Porém, nada comparado à década anterior! Muito menos a estilos populares nos noventa como Pagode ou Axé Music.

Sim, precisamos falar sobre o BRock 80... Mesmo tendo como símbolos gente do naipe de Renato Russo e Cazuza, a imagem do roqueiro por aqui sempre foi a do rebelde sem causa. O que prova que prestou-se pouca atenção ao que os dois aqui citados estavam cantando/dizendo.

Há de se levar em conta o seguinte: o Rock invade as rádios e mentes por essas terras no mesmo momento que se dá a abertura política. Havia apenas uma pauta, uma bandeira: o fim da ditadura militar e eleições diretas para presidente. E, a não ser que o sujeito fosse (além de fascista) masoquista, não tinha muito do que discordar.

Quando percebemos os aspectos citados aqui a respeito do Rock no Brasil, não é de se espantar que muitas figuras desse momento tenham envelhecido mal. A geração BRock 80 era parte da mesma classe média que hoje está na rua revindicando absurdos em meio à maior pandemia do século!

Nada mais natural que quando atingissem a idade de seus pais, muitos músicos e fãs da rebeldia característica do Rock'n'Roll, que transbordavam transgressão nos anos oitenta, se tornassem velhos conservadores.

Concordo, também não ajuda muito a mania de tudo que se refere à história do Rock brasileiro remeter aos anos oitenta (sim, a fase mais importante). Tem mais coisas relevantes, antes e depois da referida década, pra entendermos o Rock por estas terras.

É obvio que há muito mais a ser considerado, investigado e estudado desde que Robert Johnson foi até aquela encruzilhada e pavimentou o caminho para as próximas gerações do Blues! Brincadeira, calma (rsrsrs)...!

Mas em tempos de internet e informação a balde, não tem mais espaço para a desculpa do "eu só curto o som" e "blá blá blá"... Ou, na pior das hipóteses, não dá pra cantar "Que País é Este?" (Legião) e "Brasil" (Cazuza) ao mesmo tempo que se pede intervenção militar. Simplesmente, não dá.

Toda forma de manifestação artística é uma reação (ou reflexo) às condições sociais e políticas sob as quais se deu sua gestação. Nem sempre é fácil de decodificar certas informações. Mas é certeza que quem faz arte, querendo ou não, também está fazendo política no sentido mais amplo e rico do termo.

Por fim. Não acho mesmo que alguém precise percorrer todo o caminho (mal) traçado até aqui nesta postagem pra perceber o quanto conservadorismos, racismo, homofobia e outros males de nossa sociedade são antagônicos ao Rock'n'Roll, desde o seu surgimento.

Há sim, no Rock, artistas e cenas que ao longo do tempo flertaram ou eram assumidamente fascistas. Também soaria simplista demais tentar associar, mesmo vertentes mais politizadas (como o Punk e o Hardcore), necessariamente, à esquerda ou ao anarquismo, por exemplo. Mas, definitivamente, é a bandeira antifascista que tremula ao som de nossas guitarras!



foto: reprodução/internet 

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Notícias :: Playlist do FMZ no Spotify!



por: Rafa Almeida

Em tempos de isolamento, a arte salva nossos dias! E já que não podemos estar juntos nas ruas ou no bar trocando ideias sobre som, que troquemos música e arte à distância, certo?! Sendo assim, este que vos escreve, ainda que constantemente esbarrando em sua imperícia com novas (...) tecnologias, criou uma playlist do FMZ no Spotify! E a ideia é enchê-la de bandas independentes de tudo que é canto! Já rolam alguns nomes do underground carioca por lá, como as criaturinhas da Fuck Youth (foto), Blastfemme e Séquito (confira a resenha do novo trabalho dos caras!). Além de nomes de peso como Dead Fish, RDP e Cólera! E você que tem banda, manda seu som (link da banda na plataforma, claro...) pra gente na fanpage ou pelo latitudezeroprod@gmail.com! Vai passar! E enquanto não passa, cuidemos uns dos outros e espalhemos arte! Até!

Playlist Feira Moderna Zine – FMZ no Spotify.

foto: Marcelo Valle

terça-feira, 12 de maio de 2020

Notícias :: Agenda de lives do Portal Revoluta!



por: Rafa Almeida

Saiu a escalação dos convidados para as próximas lives do Portal Revoluta! Para falar sobre cena underground, arte e cultura e muito mais, a jornalista e produtora cultural Deise Santos recebe logo mais, a partir das 18h, Klebson da Oxenti Records e banda Nag Champa. Quinta-feira, também às 18h, é a vez de Clênio, vocal da Cracked Skull (foto). E sábado, às 17h, o papo é com Iuri, do site Cultura em Peso. As transmissões acontecem no Instagram do Portal Revoluta! Fiquem ligados, fiquem em casa e cuidem uns dos outros!


Acompanhe a live no Instagram

Conheça o Portal Revoluta

Conheça a Oxenti Records e a banda Nag Champa

Conheça a banda Cracked Sull

Conheça o site Cultura em Peso


foto: divulgação

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Coronavírus :: Complexo da Maré se organiza!



por: Rafa Almeida

Enquanto alguns dão de ombros e minimizam o caos causado pelo Corona Vírus, nas favelas, onde os reflexos da crise são muito mais graves, fica a cargo da população se organizar e tentar salvar o máximo de vidas que for possível.

Um dos exemplos dessa organização vem do Complexo da Maré. No conjunto de favelas da Zona Norte do Rio, a Frente de Mobilização da Maré reúne coletivos e moradores que, a despeito do Estado, se organizaram para lutar pela vida de sua comunidade. São diversas ações, como entrega de cestas básicas e material de limpeza, além de ações de conscientização para a população da Maré, como o Painel Covid (foto), onde artistas de rua informam os números da Covid-19 na favela através de grafites!

A Frente de Mobilização da Maré reúne moradores, artistas, comunicadores e tem como meta atender 250 famílias até o mês de junho! No site do projeto, além da prestação de contas, há contatos e as formas de contribuir com a iniciativa!




Contatos:


ATENÇÃO: Você que está se movimentando para diminuir o sofrimento de alguém, da forma que for, faça contato pela fan page ou no latitudezeroprod@gmail.com para ajudarmos a divulgar sua iniciativa!


foto: Frente de Mobilização da Maré

domingo, 10 de maio de 2020

Notícias :: Mulheres á Frente da Tropa!



por: Rafa Almeida

Tem música nova do Ira! no ar! Foi lançada hoje, dia das mães, a linda “Mulheres à Frente da Tropa”! A música é uma homenagem da banda paulistana às mulheres que, nas palavras do guitarrista Edgard Scandurra, “lutam em defesa dos direitos humanos e por uma transformação mais justa da sociedade”. O clipe teve direção de Luciana Sérvulo da Cunha e participação de lideranças como Carmen Silva (MTST), Sônia ara mirim (Comunidade Guarani do Jaraguá)! O lançamento de Mulheres á Frente da Tropa” aconteceu no canal do jornalista Bob Fernandes, no Youtube (recomendadíssimo, por sinal!). Confere lá! E um feliz dia às mães que estão do lado certo da história!

Assista Mulheres á Frente da Tropa:

foto: Reprodução/Youtube

Mova-se! :: Coronavírus e a Corrida de Rua


por: Rafa Almeida

Era pra ser sobre as dificuldades que nós corredores tempos em, após um período de inatividade, voltarmos a correr e termos bons rendimentos nos treinos. Veio a pandemia, o isolamento e a crise por conta do Corona Vírus e tudo mudou (está mudando e vai mudar ainda mais). Ao menos por hora, ninguém vai voltar a correr (ou, pelo menos, não deveria). Só que não dá pra ficar na cama ou no sofá, se lamentando pelo condicionamento indo embora, o volume de treinos que vinha sendo mantido à base de muito esforço, enfim. Não precisa ser assim!

Só quem corre sabe a importância da atividade em nossa rotina, a diferença que um treino logo cedo faz ao longo do dia. Na nossa saúde mental, então, nem se fala! Porém, em tempos de isolamento, é importante não ficarmos parados, sem nos movimentarmos. Sair pra correr, independente do horário ou local, aumenta as chances de contágio e transmissão do vírus. Sendo assim, sejamos responsáveis com os nossos e com os outros!

Quem tem espaço em casa dar uma caminhada ou um trote bem de leve, talvez esteja sentindo menos. Caso contrário, esse parece ser um bom momento para pensar numa planilha com exercícios de fortalecimento muscular, por exemplo. O importante é não parar! Pipocam na internet canais, apps e sites que oferecem bons cronogramas de treinos em tempos de quarentena. Há de se tomar cuidado pra não embarcar em qualquer canoa furada e acabar se lesionando, claro. Porém, o mais importante é não deixar o desânimo que bate quando a gente fica sem correr tomar conta!

Corredores mais experientes talvez consigam lidar melhor com essa súbita parada (ou mudança) nos treinos. Porém, pra quem estava dando os primeiros passos na corrida, e ainda se adaptando a uma nova rotina de atividades físicas, simplesmente não poder sair pra correr pode pôr a perder o esforço feito até aqui. Nesses casos, o que importa é não se acostumar ao sofá! Sendo assim, não pare! Mexa-se!

Sempre insisto que não sou abalizado para tratar de coisa alguma relacionada à prática esportiva. A ideia é compartilhar minhas experiências, partindo de uma tomada de decisão que resultou numa mudança drástica de hábitos, há alguns anos atrás. E a corrida foi fundamental nesse processo. Lá no início disse que era pra ser um texto sobre as dificuldades de se recuperar o ritmo de treinos após um período de inatividade. O mundo mudou, nossa realidade mudou. Me peguei trancado no quarto pensando em como faria pra me movimentar, ou como não ganhar peso demais e outras neuras que batem quando a gente fica sem correr. E achei importante compartilhar isso com vocês!

É sempre bom ter em mente que, quanto mais altas conseguirmos manter as taxas de isolamento, mais rápida será a volta a algo próximo da vida que tínhamos antes de todo esse caos! Pra quem estava começando na corrida: relaxa! Aqueles poucos metros vão voltar a ser 1k, que depois vira os primeiros 5k e por aí vai… E pra galera mais cascuda, em breve estaremos nas ruas recuperando nosso volume de treinos e fazendo RP por aí! Sejam responsáveis. Cuidemos uns dos outros, cuidemos dos nossos. Vai passar! Fiquem em casa!


Dicas de canais e apps que podem ajudar:


foto: Rafa Almeida









sábado, 9 de maio de 2020

Notícias :: Mollotov Attack em live no Portal Revoluta



por: Rafa Almeida

Daqui a pouco tem live no Instagram do Portal Revoluta! A partir das 16h, a jornalista e produtora cultural Deise Santos recebe a banda paulista Mollotov Attack (foto)! Dando continuidade à série de lives transmitidas em seu Instagram durante a quarentena, o Portal Revoluta troca uma ideia com a banda do ABC paulista, que em 2020 completa quinze anos de atividades! Confira a live e apoie a cena independente! E seja responsável! Fique em casa!


Acompanhe a live no Instagram

Conheça a banda Mollotov Attack

Conheça o Portal Revoluta


foto: divulgação

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Nos Fones :: Séquito


Séquito
Estética de Queda (álbum digital / Independente / 2020)

por Rafa Almeida

Em tempos de quarentena, a arte sempre nos salva! E numa dessas noites de isolamento, foi a vez da Séquito me salvar! A banda gonçalense lançou “Estética de Queda” em meio à quarentena e tenho certeza que não fui o único a ser salvo dada a beleza das dez faixas que compõem o álbum!

O trabalho é de uma riqueza de detalhes que impressiona. Entre o belo e o perturbador, momentos como “Séquito” (que letra!!), a linda No Interior da Rocha, o baixo impecável de Ninguém Mais e Groenlândia te levam pra uma viagem que aponta para os saudosos anos 1990, sem perder o ar de novidade. Muita distorção e letras em português (como é bom isso…) que só realçam a tenção que, em certos momentos, toma conta do álbum e faz da audição de Estética de Queda” um motivo e tanto pra se isolar ainda mais do mundo com os fones enfiados nos ouvidos, e o som no último volume!

Estética de Queda foi gravado, mixado e masterizado por Lisciel Franco no estúdio Forest Lab. A produção é assinada por Silas Mendes e Séquito. O álbum está disponível em todas as plataformas digitais. Recomendadíssimo! Ouça!


Ouça “Estética de Queda” no Spotify.

Conheça a banda Séquito: Bandcamp / Facebook

quarta-feira, 6 de maio de 2020

Coronavírus :: Solidariedade Vegan distribui marmitas em SP



por: Rafa Almeida

Em tempos de pandemia, os níveis de desigualdade aumentam e as feridas sociais de nosso país ficam mais expostas. O egoísmo de alguns, o descaso e a negação de outros. Tudo isso assusta, desaponta. Mas, por sorte, ainda há quem se importe com o outro. E isso inspira, empolga! Sendo assim, cá está novamente o FMZ (vez ou outra ficamos um tempinho sumidos, né?) pra tentar colaborar, um pouco que seja, com quem está se movimentando para diminuir o sofrimento dos que tem menos em meio ao caos provocado pelo Corona Virus.

A primeira iniciativa de que vamos falar aqui vem de São Paulo, pelas mãos de João Gordo, líder da banda Ratos de Porão, e sua esposa Vivi Torrico. O músico e apresentador que comanda o canal Panelaço (dedicado à culinária vegan) no Youtube arregaçou as mangas e pôs na rua o Solidariedade Vegan – Marmitas Sem Crueldade Animal!

O projeto, que tem como objetivo distribuir quentinhas veganas a moradores de rua na cidade de São Paulo, já entregou mais de três mil refeições e precisa de colaborações para continuar matando a fome de quem vive nas ruas. O Solidariedade Vegan também conta com a participação da galera do Pimp My Carroça (muito legal, conheça!). E além da colaboração financeira, o projeto também aceita doação de alimentos, embalagens para as marmitas e a ajuda de quem puder colaborar com as entregas! Divulgue! Colabore!


Solidariedade Vegan:

Depósitos:
Banco Itaú
João F. Benedan
101.471.468-01
Ag 3757
Conta 04754-7
FAVOR IDENTIFIQUE: Solidariedade Vegan


Campanha no Catarse

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foto: reprodução/youtube






ATENÇÃO: Você que está se movimentando para diminuir o sofrimento de alguém, da forma que for, faça contato pelo nosso Facebook ou no latitudezeroprod@gmail.com para ajudarmos a divulgar sua iniciativa!

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