sábado, 18 de julho de 2020

#1discopordia :: Pólux - In Vino Veritas

por: Rafa Almeida

DIA 18: Pólux - "In Vino Veritas" (1998)

Esta fita circulou, e muito, no underground aqui da região, lá pelo finalzinho da década de 1990! Na verdade, o que tenho aqui em casa é a versão em CD, adquirida um tempo depois de ouvir a primeira versão (correspondente à imagem abaixo), em k7.

O que chamávamos de Rock Alternativo na época se encaixa perfeitamente ao som do Pólux. Muita guitarra, efeitos e vocal feminino! Tudo que sempre curti, e muito! E ao final da versão em CD, um cover de Portishead dá a dica quanto aos caminhos sonoros trilhados pela banda.

Outra coisa legal de lembrar de "In Vino Veritas", como todos os discos aqui no álbum, é lembrar da época! De cara, à cabeça, me vêm Bedrock, o Espaço DCE da UFF, pista de Sk8 de São Francisco, e isso ficando só por Niterói. São Gonçalo e Rio de Janeiro também tinham coisas legais rolando na época!

Outra coisa legal desses tempos, pra este fã de rádio aqui, eram os programas que rolavam na finada Imprensa FM. EP Vanguarda (tem uma demo ao vivo do Formigas Desdentadas, gravada no programa, por aqui), o clássico RoncaRonca (ainda na ativa!) e um de Hip Hop que não lembro o nome, mas acho que era produzido pela Cufa...

Em tempo: na primeira vez que vi a banda de Bianca Jhordão e Rodrigo Brandão ao vivo, já se apresentavam como Pólen. Foi na Bedrock, aqui em Niterói. Só não lembro se na mesma noite do Pavilhão 9, ou em outra data. Após isso, a banda voltaria a usar o antigo nome pra, em seguida, reaparecer como Leela.

Aliás, o Leela eu vi numa noite friorenta num quiosque na Praia de Piratininga, também aqui em Niterói. Tocavam na mesma noite a excelente Jimi James e mais alguém que não vou arriscar lembrar aqui! Saí com CDs das duas bandas cariocas e uma penca de coisas aconteceu naquela noite na memória.

Mas nada comparado à cena protagonizada pelo "não tem porque expor ninguém": num dado momento, após uma (...) golada corajosa de vodka, o figura se livrou de suas roupas, cruzou as areias da praia e se lançou ao mar (e ao menos naquela noite, que eu saiba, não foi mais visto). Coisas do underground...

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